Papéis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens - UFMS | ISSN 2448-1165 https://periodicos.ufms.br/index.php/papeis <p>A PAPÉIS: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens tem como objetivo a divulgação de artigos inéditos, resenhas, resumos expandidos e entrevistas, elaborados por professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação, voltados para a grande área de Letras, Linguística e Artes, mais especificamente para as linhas de pesquisa do Programa, e que apresentem contribuições relevantes para a ampliação e o aprofundamento do debate teórico, da análise de questões estéticas e culturais.<br>Os trabalhos submetidos à comissão editorial e que atendam à linha editorial da revista são encaminhados para análise, por meio de submissão anônima, a dois pareceristas "ad hoc".</p> <p>&nbsp;</p> <p>*</p> <p><strong>Edições anteriores a 2013 poderão ser acessadas no endereço antigo da revista, disponível em&nbsp;<a href="http://www.papeis.ufms.br/" target="_blank" rel="noopener">http://www.papeis.ufms.br/</a>&nbsp;ou nesta mesma página, acima, na aba: "NUMEROS ANTERIORES A 2013".</strong></p> Universidade Federal de Mato Grosso do Sul pt-BR Papéis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens - UFMS | ISSN 2448-1165 1517-9257 <p><span>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</span><br /><br /></p><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><p> </p><ol type="a"><ol type="a"><li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol></ol><p> </p><ol type="a"><li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li></ol><p> </p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" rel="license"><img style="border-width: 0;" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />Este <span>obra</span> está licenciado com uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional</a>. Notação e textualização https://periodicos.ufms.br/index.php/papeis/article/view/12953 <p>Neste trabalho, abordaremos a questão das práticas sociais a partir de uma visada metodológica, pondo em questão o uso da notação como uma ferramenta para a abordagem dos objetos não estabilizados em um suporte estável. O conceito de práticas sociais como objeto semiótico tem sido difundido, nas últimas décadas, na disciplina, graças às pesquisas realizadas por Fontanille (2008a; 2011), Basso Fossali (2006), Basso Fossali e Dondero (2007), Violli (2008), dentre outros semioticistas. Propomos, em nossa discussão, uma leitura crítica do trabalho de Dondero (2014; 2015; 2017), que apresenta a notação como um recurso não pertencente à textualização. Nossa proposta, ao contrário, coloca em relevo a notação como um dos tipos possíveis de textualização, permitindo-nos conjecturar as práticas no âmbito da instância textual. A presente investigação tem como objetivo dar continuidade à discussão acerca dos limites e expansões do objeto da semiótica, considerando, portanto, o texto, em seu sentido mais amplo, como sinônimo de objeto semiótico.</p> Letícia Moraes Copyright (c) 2021 Papéis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens - UFMS 2021-06-30 2021-06-30 25 49 064 079 Estereoscopia e a Representação da Forma https://periodicos.ufms.br/index.php/papeis/article/view/12618 <p>O evanescente percepto gerado pela imagem estereoscópica é explicado com a hipótese de que se trata de uma representação da Forma (<em>morphe, </em><em>μορφή</em>) aristotélica. A fundamentação dessa hipótese baseia-se em considerações da Semiótica de Charles Sanders Peirce, da Teoria do Umwelt de Jacob von Uexküll; da Theory of Affordances de J.J.Gibson, e do conceito de Campo Luminoso de Andrey Aleksandrovich Gershun, bem como de aspectos da filosofia de Xavier Zubiri.</p> Helio Augusto Godoy de Souza Copyright (c) 2021 Papéis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens - UFMS 2021-06-30 2021-06-30 25 49 217 237 Processo de circulação dos textos https://periodicos.ufms.br/index.php/papeis/article/view/12763 <p>O presente artigo tem como propósito refletir sobre o texto como forma de ação social. Assim, discutem-se alguns aspectos teóricos sobre o texto (suporte, tipo, gênero e multimodalidade), salientando que os textos, no ato de realização, recebem uma configuração no plano material e social. Entretanto, a circulação textual (produção, distribuição e consumo) pode alterar alguns desses elementos da configuração textual, o que pode resultar nos processos de transfiguração, desfiguração e reconfiguração do texto. Buscamos em Marcuschi (2008) e Beaugrande (1997) a base para o conceito de texto como um conjunto de formas linguísticas que potencializam determinado evento comunicativo. Além disso, nos apoiamos em Fairclough (2001) para discutir o processo de circulação textual e os impactos sobre a configuração e sobre os aspectos semióticos multimodais. Nesse sentido, tomou-se como objeto de análise um texto do gênero anúncio publicitário, publicado inicialmente pelo Governo Federal (Fórum do Meio Ambiente, nº 100, p. 26-27) e posteriormente reproduzido no livro didático “Português: linguagens”, volume 3, de Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, publicado em 2013.</p> Sostenes Cezar de Lima Edimar Pereira da Silva Ariovaldo Lopes Pereira Copyright (c) 2021 Papéis: Revista do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens - UFMS 2021-06-30 2021-06-30 25 49 022 042