SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP: UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Autores

  • Luiz Henrique Mateus Lima

DOI:

https://doi.org/10.55028/agb-tl.v1i41.20197

Resumo

São José do Rio Preto é uma cidade que tem em sua história uma produção do
espaço marcada por desigualdades. Apesar de ter sido fundada no século XIX, foi apenas
no século XX que ela passou a desempenhar um papel importante no estado de São
Paulo, sobretudo após a chegada da estrada de ferro na região, em 1912. A sua primeira
política oficial de planejamento urbano foi implantada na década de 1950, deixando sinais
de uma separação entre as regiões ocupadas pelas classes mais e menos abastadas. Essa
prática dos agentes produtores do espaço – sobretudo o capital e o Estado – foi mantida
ao longo das décadas seguintes, agravando a separação e colocando a segregação como
um conteúdo na produção do espaço urbano rio-pretense. Assim, o nosso objetivo neste
artigo é analisar as influências desses agentes no vir a ser desta cidade, que
transformaram a paisagem urbana em um mosaico organizado em áreas ocupadas pelos
citadinos mais pobres, a classe média e a elite local. Nessa cidade, mesmo as pessoas
menos atentas podem notar que há uma disparidade evidente, uma segregação que nega
o urbano como local de encontros.
PALAVRAS-CHAVE: São José do Rio Preto; Estado; Segregação; Capital. de encontros.  

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Publicado

2025-10-23

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

MATEUS LIMA, Luiz Henrique. SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP: UM ESTUDO SOBRE A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO. Revista Eletrônica da Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Três Lagoas - (ISSN 1808-2653), [S. l.], v. 1, n. 41, p. 31–69, 2025. DOI: 10.55028/agb-tl.v1i41.20197. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/RevAGB/article/view/20197. Acesso em: 30 jan. 2026.