FRAGILIDADE POTENCIAL E EMERGENTE NO MUNÍCIPIO DE IVINHEMA (MS)

Carlos Siqueira Peixoto, Charlei Aparecido da Silva, Sérgio Henrique Vannucchi Leme de Mattos, Marcos Norberto Boin

Resumo


Pautado nas dinâmicas territoriais existentes em Ivinhema/MS, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a fragilidade potencial e emergente do município, adaptando os modelos de Ross (1994) e Crepanni et al. (2001), os quais distribuem pesos diferenciados às classes de fragilidade dos diferentes tipos de solos, formações geológicas, formas de relevo, declividade e dinâmicas de uso e ocupação das terras. Para determinar a fragilidade potencial, foi adotada a metodologia aplicada por Maganhotto et al. (2011), que correlaciona solos, geologia, relevo e declividade como elementos da fragilidade potencial. Para a carta de fragilidade emergente, foi adicionada a carta de fragilidade potencial com as informações da carta de uso e ocupação das terras no ano de 2015. Os resultados foram classificados em quatro classes de fragilidade, sendo: Muito baixa (1), Baixa (2), Média (3) e Alta (4). A aplicação da metodologia foi realizada com o uso de geoprocessamento em ambiente do ArcGIS® 10.2.2, onde os vetores foram transformados em combinações numéricas, e a soma ponderada em matrizes. Os resultados obtidos da fragilidade potencial da área foram: (Muito baixa, 29%), (Baixa, 62%), (Média, 8%) e (Alta, 1%), e de fragilidade emergente: (Muito baixa, 5%), (Baixa, 59%), (Média, 35%) e (Alta, 1%), o que demonstra que o município possui uma fragilidade potencial instável, enquanto a fragilidade emergente apresenta um índice de baixa e média fragilidade predominante.

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