O “LUGAR” DO TRABALHO NA TOTALIDADE SOCIAL: DA CENTRALIDADE ONTOLÓGICA À CENTRALIDADE “PERIFÉRICA” DA FORÇA DE TRABALHO

Autores

  • André Amorim Oliveira Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.55028/agb-tl.v1i34.9906

Resumo

No artigo em tela recorremos à algumas das importantes indicações feitas por Fortes (2016) que, ao analisar o complexo do trabalho em Lukács, particularmente, na obra madura deste autor, isto é: Por um Ontologia do Ser Social (2012, 2013), elenca uma série de questões relevantes que contribuem para a compreensão do “lugar” ontológico do trabalho na totalidade social, o que, por conseguinte, diz respeito ao debate da ontologia do espaço na Geografia. Aliado às contribuições da Geografia, bem como as ponderações de Fortes (2016) com base em Lukács (2012, 2013), procuramos, portanto, retomar o problema da centralidade do trabalho enquanto fundamento do ser social (espacial). Ao mesmo tempo, ao final, buscamos destacar, breve e sinteticamente, o problema da superexploração da força de trabalho enquanto fundamento do capitalismo dependente.

PALAVRAS-CHAVE: Geografia; marxismo; filosofia; trabalho; capitalismo dependente

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Publicado

2021-12-24

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

OLIVEIRA, André Amorim. O “LUGAR” DO TRABALHO NA TOTALIDADE SOCIAL: DA CENTRALIDADE ONTOLÓGICA À CENTRALIDADE “PERIFÉRICA” DA FORÇA DE TRABALHO. Revista Eletrônica da Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Três Lagoas - (ISSN 1808-2653), [S. l.], v. 1, n. 34, p. 87–124, 2021. DOI: 10.55028/agb-tl.v1i34.9906. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/RevAGB/article/view/9906. Acesso em: 31 jan. 2026.