A DESRAZÃO É UMA LEITURA DO CORPO

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Resumo

Enquanto fruto de Iniciação Científica financiada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e desenvolvida no NECC (Núcleo de Estudos Culturais Comparados), o presente artigo tem por objetivo conceituar a desrazão enquanto uma perspectiva descolonial do fazer poético, apoiada nos conceitos de colonialidade do ser (Maldonado-Torres, 2022), corpogeopolítica (Mignolo, 2010) e gramática de fronteira (Nolasco, 2019). Dessa forma, por meio de uma revisão bibliográfica dos autores supracitados, objetiva-se também dialogar a discussão da desrazão com as obras de Manoel de Barros (1998) e Alberto Caeiro (2019), esperando, como resultado, contribuir para uma leitura descolonial de suas produções poéticas.

Biografia do Autor

  • Lara Dallagnol Debarbara da Silva Ferreira, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

    Discente do curso de Letras/Espanhol, na instituição Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Possui experiência em ensino particular para alunos do ensino fundamental e ensino médio, nas disciplinas de Português, Literatura e Redação. Já participou, na UFMS, de iniciação científica voluntária voltada para a área de dialetologia e geolinguística vinculada ao Atlas Linguístico do Brasil (AliB). Além disso, já fez parte do Núcleo de Estudos Culturais Comparados (NECC), na mesma instituição, com pesquisa voltada para a área de Literatura comparada, na epistemologia da crítica biográfica fronteiriça.

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Publicado

2024-07-30