“UM GRITO INCHADO DE ESPERANÇA”: REPRESENTAÇÕES SUBALTERNAS NA POÉTICA DE NOÉMIA DE SOUSA
DOI:
https://doi.org/10.55028/rascunhosculturais.v16i28.18901Palavras-chave:
Noémia de Sousa; Sangue negro, literatura moçambicana; subalternidadeResumo
Uma das vozes mais potentes da literatura moçambicana, Noémia de Sousa marcou as produções do período de pré-independência do país com versos inflamados de denúncia, espaços abertos para o canto suprimido de seus irmãos colonizados. Com o objetivo de perceber como a subalternidade é representada em sua obra poética, produzida entre 1948 e 1951, foram selecionados os poemas “Zampungana” e “Moças das docas”. Ambos estão presentes no segmento “Munhuana 1951”, de Sangue Negro (2016), seu único livro publicado. Constata-se que os poemas revelam emocionadas expressões da existência e resistência de sujeitos subalternos. Por meio de suas vozes, também se registra uma capital moçambicana marcada pelo período colonial.
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