CULTURA SURDA NA FRONTEIRA

DIÁLOGO COM A ONOMÁSTICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55028/geop.v18i35.19888

Resumo

A cultura surda fronteiriça Guajará-Mirim é pelos artefatos culturais como a percepção visual e expressão corporal na representação do modo de ver/viver os espaços físicos da cidade. Os surdos nomeiam o mundo visualmente, designando significado a partir da onomástica, uma área da Linguística que estuda os nomes próprios. O objetivo desta pesquisa foi registrar os sinais/nome com base em Biderman (2001), Barros (2018), Sousa (2019, 2021, 2022), Quadros (2019) e Taub (2001). Os sinais-nome criados na Universidade Federal de Rondônia, campus de Guajará-Mirim apresentaram empréstimos linguísticos da língua portuguesa, fazendo referência aos aspectos físicos, comportamentais e sociais das pessoas nomeadas.

 

Biografia do Autor

  • Caroline Reis dos Santos, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

    Tradutora e Intérprete de Libras, pedagoga bilíngue e graduanda em Letras pela Universidade Federal de Rondônia.

  • Suziane Viriato de Araújo, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

    Professora de Libras e língua portuguesa para surdos, graduada em Letras português pela Universidade Federal de Rondônia.

  • Daiany Furtado de Lima, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

    Pedagoga Surda bilingue, graduada pela Universidade Federal de Rondônia.

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Publicado

2024-02-22

Edição

Seção

Dossiê: VIII SEF