“Criança viada, travesti da lambada”

infâncias queers em imagens incômodas

  • Rafael França Gonçalves dos Santos Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes - Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3662-2456
  • Natanael de Freitas Silva Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Brasil https://orcid.org/0000-0002-7532-4312
Palavras-chave: infância, QueerMuseu, criança viada

Resumo

Neste artigo apresentamos algumas problematizações sobre a noção de criança viada a partir da exposição “Queermuseu: cartografias da diferença na arte brasileira”, promovida pelo Santander Cultural em Porto Alegre, e censurada em setembro de 2017, após alguns meses em cartaz. Para compreender o contexto histórico e político de tal exposição, recorremos a uma explicação sobre o significado da expressão queer e algumas possibilidades de seu uso, mesmo no contexto brasileiro, seja como conceito e área de estudos acadêmicos, ou como expressão usada para se referir às posições de identidade que questionam a heteronormatividade. Optamos por destacar duas obras apresentadas nessa exposição que permitem uma reflexão sobre o potencial crítico da produção artística e seu caráter histórico. Essa abordagem, bem como a escolha do tema, se deram em função da pertinência da discussão em um contexto de produção de pânicos morais associados à diversidade sexual e de gênero, particularmente quando relacionadas a uma etapa do curso de vida ainda pouco pensada criticamente: a infância.

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Biografia do Autor

Rafael França Gonçalves dos Santos, Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes - Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, Brasil

Possui graduação em História pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase - Fundação Educacional Rosemar Pimentel (2008), mestrado em Sociologia Política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense - Darcy Ribeiro (2012) e doutorado em História pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2018). É professor de História na Educação Básica em Campos dos Goytacazes e Mediador Pedagógico no Consórcio CEDERJ - UENF. Pesquisador do LabQueer - Laboratório de estudos das relações de gênero, masculinidades e transgêneros da UFRRJ, e do Atelier de Estudos de Gênero (ATEGEN), da UENF. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9958034812497049.

Natanael de Freitas Silva, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Brasil

Doutorando em História Cultural pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ/PPHR/CAPES). Licenciado e Mestre em História Cultural pela mesma instituição. É Membro do LabQueer – Laboratório de estudos das relações de gênero, masculinidades e transgêneros/UFRRJ. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3252227264923513.

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Publicado
2021-12-28
Como Citar
SANTOS, R. F. G. DOS; SILVA, N. DE F. “Criança viada, travesti da lambada”. albuquerque: revista de história, v. 13, n. 26, p. 97-118, 28 dez. 2021.