COMO A MUDANÇA PARA O ESTUDO REMOTO EMERGENCIAL AFETOU ERGONOMICAMENTE OS DOCENTES DA UFMS/CPNA?

  • Luiz Felipe Pires Lopes de Souza Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) https://orcid.org/0000-0001-5413-7166
  • Poliana Rosa Belem de Castro Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
  • Antonio Sergio Benzati Junior Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) https://orcid.org/0000-0002-9561-0084

Resumo

O estudo surge a partir da oportunidade de entender como a mudança para o estudo remoto emergencial afetou ergonomicamente os docentes do  campus de Nova Andradina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Assim, foi desenvolvido um questionário que contou com um mês de aplicação e apresentou que a maioria dos docentes trabalham mais de 6 horas por dia realizando pausas de 1 hora durante a jornada de trabalho, o que consequentemente provoca o cansaço, o qual foi o maior índice de incômodo causado pela jornada de trabalho. Ademais, a maior taxa de desconforto é em relação à coluna e ao pescoço, as quais são ocasionadas devido ao tempo sentado em frente ao computador condicionado à má postura dos docentes. Além disso, a universidade adotou como medida ergonômica a flexibilização da jornada de trabalho dos professores, no entanto essa única ação não é suficiente para diminuir os desconfortos causados pelo estudo remoto.

Publicado
2021-10-08
Como Citar
FELIPE PIRES LOPES DE SOUZA, L.; ROSA BELEM DE CASTRO, P.; SERGIO BENZATI JUNIOR, A. COMO A MUDANÇA PARA O ESTUDO REMOTO EMERGENCIAL AFETOU ERGONOMICAMENTE OS DOCENTES DA UFMS/CPNA?. Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN), v. 5, n. 1, 8 out. 2021.