INDICADORES DE CONSUMO ALIMENTAR EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS NO BRASIL

análise descritiva por macrorregiões (2015–2022)

Autores

Resumo

Este estudo tem como objetivo geral analisar os indicadores alimentares positivos e negativos da população brasileira, distinguindo sua distribuição entre crianças, adolescentes e adultos nas cinco macrorregiões do país, no período de 2015 a 2022. A pesquisa é orientada pela seguinte questão: de que forma as diferenças regionais se refletem na distribuição desses indicadores entre regiões e grupos etários? Para responder a essa questão, adotou-se uma abordagem descritiva e quantitativa, com base em dados secundários provenientes de sistemas oficiais de monitoramento alimentar, organizados por região geográfica e faixa etária. Foram examinados indicadores relacionados à regularidade das refeições, medida pela realização de três refeições diárias, ao consumo de frutas, verduras e legumes, feijão, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados. Os resultados indicam diferenças regionais e etárias na qualidade da alimentação. As regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram maiores proporções de consumo de alimentos in natura, enquanto Norte e Nordeste registraram níveis intermediários. Observou-se elevada presença de ultraprocessados e bebidas açucaradas em todas as regiões, especialmente entre crianças e adolescentes. Os achados sugerem que as diferenças regionais se expressam na distribuição dos indicadores alimentares, revelando a coexistência de práticas alimentares saudáveis e não saudáveis no país.

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Publicado

2026-07-03

Edição

Seção

EIXO 6 - Artigo Completo - Gestão do Agronegócio, Economia e Bioeconomia

Como Citar

MUNOZ HERNANDEZ, Martha Johanna; BONFIM DE ALMEIDA, Roselaine; GONÇALVES DA SILVA , Jonathan; DE OLIVEIRA HOECKEL , Paulo Henrique. INDICADORES DE CONSUMO ALIMENTAR EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E ADULTOS NO BRASIL: análise descritiva por macrorregiões (2015–2022). Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN), [S. l.], v. 8, n. 1, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/EIGEDIN/article/view/25177. Acesso em: 8 jul. 2026.