AS LUTAS PELA TERRA NO ASSENTAMENTO SÃO JOÃO NO MUNICÍPIO DE NOVA ANDRADINA/MS

  • Fabiano Greter Moreira Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campus de Nova Andradina /CPNA
Palavras-chave: Assentados, Família, Lotes, Reforma Agrária.

Resumo

Visando compreender os processos de configuração territorial e de espacialização das lutas pela terra nos Projetos de Assentamentos (PAs) no município de Nova Andradina/MS, analisamos o seu terceiro assentamento criado, o São João. Podemos dizer que são várias as condições e as conflitualidades neste campo de estudo. Estas relações e configurações se iniciam antes mesmo de se estabelecer um processo de desapropriação, seja com os proprietários de terras e suas relações de poder que envolvem a centralidade agrária a qual estão inseridas, ou mesmo, os interesses sociais, políticos e econômicos gerados nos conflitos pelo uso e posse da terra.

Biografia do Autor

Fabiano Greter Moreira, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campus de Nova Andradina /CPNA
Doutor em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia, oferecido pela Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD (2019). Mestre em Agronegócios pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócios, oferecido pela Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD (2014). Possui Graduação em Administração (2005) e Especialização em Administração Financeira e Logística pela Faculdade de Ciências Contábeis de Nova Andradina - FACINAN (2007). Atua como docente nos Cursos de Tecnologia em Gestão Financeira, Bacharelado em Ciências Contábeis e em Administração na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, no Campus de Nova Andradina - CPNA. Professor e Pesquisador com ênfase em: Agricultura Familiar, Assentamentos Rurais, Sucessão e Gestão Familiar, Recursos Humanos, Gestão em Agronegócios, Logística, Agroecologia, Cooperativismo, Desenvolvimento Local e Regional, Desenvolvimento Territorial Rural e Territórios Agrários.

Referências

ALBERTI, Verena. Manual de história oral. 3ª ed. – Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005. 236p.

CUT/MS, Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul. Disponível em: < http://www.cut-ms.org.br/conteudo/1/historico>. Acesso em: 14 out. 2017.

FERNANDES, Bernardo Mançano. Contribuição ao estudo do campesinato brasileiro formação e territorialização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST (1979–1999). Tese (Doutorado em Geografia), Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.

INCRA, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Painel dos Assentamentos. Superintendência Regional Mato Grosso do Sul – SR 16. Todos os assentamentos, 2018. Disponível em: <http://painel.incra.gov.br/sistemas/index.php >. Acesso em: 02 ago. 2018.

MEIHY, José Carlos Sebe Bom; RIBEIRO, Suzana L. Salgado. Guia prático de história oral: para empresas, universidades, comunidades, famílias. São Paulo: Contexto, 2011.

OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. A longa marcha do campesinato brasileiro: movimentos sociais, conflitos e Reforma Agrária. Estudos avançados, v. 15, n. 43, p. 185-206, 2001.

POUPART, Jean et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. In: A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Vozes, 2014.

TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

Publicado
2019-10-07