ESTRUTURA DE CAPITAL E ENDIVIDAMENTO NO AGRONEGÓCIO
análise de empresas listadas na B3 com atuação em Goiás
Resumen
O presente artigo analisa a estrutura de capital e o endividamento das empresas do agronegócio listadas na B3 com atuação no Estado de Goiás, setor de relevância para a economia brasileira. O estudo tem como objetivo compreender como essas organizações estruturam suas fontes de financiamento, equilibrando o uso de capital próprio e de terceiros. A pesquisa caracteriza-se como descritiva, de abordagem quantitativa, utilizando dados secundários provenientes de demonstrativos financeiros das empresas do setor, referentes ao período de 2022 a 2024. A metodologia baseou-se na análise de indicadores econômico-financeiros, como endividamento geral, composição do endividamento e grau de alavancagem financeira, permitindo identificar as fontes de financiamento e comparar os níveis de endividamento entre segmentos do agronegócio, os quais Processadores, Varejo e Distribuição, Logística e Infraestrutura e Produção de Insumos Agrícolas. Os resultados evidenciam que as empresas do segmento de Processadores apresentam maior nível de endividamento, enquanto o segmento de Produção de Insumos Agrícolas demonstra uma estrutura de capital mais equilibrada. Conclui-se que a estrutura de capital das empresas do agronegócio goiano é influenciada pelo segmento de atuação, sendo o endividamento um instrumento estratégico para alavancagem e crescimento, desde que gerido de forma eficiente.
