O QUE MATA O CONFORTO TÉRMICO NÃO É O PICO, É A PERSISTÊNCIA

Autores/as

Resumen

O presente estudo tem como objetivo analisar e comparar o comportamento climático dos municípios de Naviraí e Campo Grande, no estado de Mato Grosso do Sul, por meio da elaboração e interpretação de climogramas. O problema em estudo relaciona-se à compreensão da persistência das condições térmicas e pluviométricas ao longo do ano e seus impactos no conforto ambiental e no planejamento urbano. Os métodos utilizados envolveram a coleta e sistematização de dados meteorológicos disponibilizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes aos períodos de 2008 a 2025 para Naviraí e de 2001 a 2025 para Campo Grande, além da construção de tabelas, gráficos e análise da consistência das bases de dados. Os resultados indicaram que ambos os municípios apresentam sazonalidade climática bem definida, com verões chuvosos e invernos secos, além de variação térmica moderada, porém persistente ao longo do ano. Conclui-se que a permanência prolongada de determinadas condições climáticas influencia diretamente o conforto ambiental e reforça a necessidade de estratégias arquitetônicas e urbanísticas adaptadas às características climáticas locais.

Publicado

2026-07-03

Número

Sección

EIXO 5 - Resumo Expandido - Desenvolvimento L/R, Território, Urb. e Turismo

Cómo citar

VARGAS MORAES, Milena; AMARO DE SOUZA, Camila. O QUE MATA O CONFORTO TÉRMICO NÃO É O PICO, É A PERSISTÊNCIA. Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN), [S. l.], v. 8, n. 1, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/EIGEDIN/article/view/25357. Acesso em: 8 jul. 2026.