Corpo e ancestralidade no tempo que transmuta, recria e se iguala em diferença

ensinamentos a partir de performances do tempo espiralar de Leda Maria Martins

Palavras-chave: tempo, ancestralidade, temporalidade

Resumo

Resenha de MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.

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Biografia do Autor

Maria Eduarda Durães Martins, Universidade de Brasília (UnB), Brasil

Mestranda em História Cultural, Memórias e Identidades no Programa de Pós-graduação em História pela Universidade de Brasília (UnB), com bolsa CNPq. Licenciada em História pela Universidade Federal de Jataí (UFJ). Pesquisadora sobre a Ancestralidade e Afrofuturismo nas obras Ladrão (2019) e O Dono do Lugar (2022), do artista mineiro Djonga.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0319220609450456 

Referências

MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.

PEDERSEN, Marcela. São Muitas as Possibilidades e Impossibilidades que Habitam Esse Mundo: Uma Reflexão Sobre o Tempo Espiralar e a “35.ª Bienal de São Paulo”. Revista de Cultura Visual, n. 13, 2024. DOI: https://doi.org/10.21814/vista.5530

capa do livro resenhado, mostrando um fundo em tom vinho, com o título do livro em semicirculos
Publicado
2025-03-16
Como Citar
DURÃES MARTINS, M. E. Corpo e ancestralidade no tempo que transmuta, recria e se iguala em diferença. Albuquerque (online), v. 16, n. 32, p. 355-365, 16 mar. 2025.