Corpo e ancestralidade no tempo que transmuta, recria e se iguala em diferença

ensinamentos a partir de performances do tempo espiralar de Leda Maria Martins

Autores

DOI:

https://doi.org/10.46401/ardh.2024.v16.22297

Palavras-chave:

tempo, ancestralidade, temporalidade

Resumo

Resenha de MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.

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Biografia do Autor

  • Maria Eduarda Durães Martins, Universidade de Brasília (UnB), Brasil

    Mestranda em História Cultural, Memórias e Identidades no Programa de Pós-graduação em História pela Universidade de Brasília (UnB), com bolsa CNPq. Licenciada em História pela Universidade Federal de Jataí (UFJ). Pesquisadora sobre a Ancestralidade e Afrofuturismo nas obras Ladrão (2019) e O Dono do Lugar (2022), do artista mineiro Djonga.

    Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0319220609450456 

Referências

MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.

PEDERSEN, Marcela. São Muitas as Possibilidades e Impossibilidades que Habitam Esse Mundo: Uma Reflexão Sobre o Tempo Espiralar e a “35.ª Bienal de São Paulo”. Revista de Cultura Visual, n. 13, 2024. DOI: https://doi.org/10.21814/vista.5530

capa do livro resenhado, mostrando um fundo em tom vinho, com o título do livro em semicirculos

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Publicado

2025-03-16

Como Citar

DURÃES MARTINS, Maria Eduarda. Corpo e ancestralidade no tempo que transmuta, recria e se iguala em diferença: ensinamentos a partir de performances do tempo espiralar de Leda Maria Martins. Albuquerque (online), Aquidauana, v. 16, n. 32, p. 355–365, 2025. DOI: 10.46401/ardh.2024.v16.22297. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/AlbRHis/article/view/22297. Acesso em: 29 jan. 2026.