AGRICULTURA ORGÂNICA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL

caracterização a partir do Censo Agropecuário 2017

Authors

  • Isabel Benites Paredes Chaves Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
  • Leonardo Francisco Figueiredo Neto Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Abstract

A preocupação com a saúde, a segurança alimentar, a redução dos impactos ambientais e a sustentabilidade destacam a agricultura orgânica como uma alternativa à agricultura convencional. Além disso, possui bases sociais, econômicas e ambientais. O objetivo deste artigo é analisar qual é o perfil dos estabelecimentos agropecuários e produtores da agricultura orgânica na Região Centro-Oeste do Brasil, segundo dos dados do Censo Agropecuário 2017. A pesquisa de abordagem quantitativa, consistiu na revisão sistemática sobre a agricultura orgânica, a partir dos dados coletados no Censo Agropecuário 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conclui-se que 6.826 estabelecimentos orgânicos no Centro-Oeste correspondem a 10,55% do total nacional, predominantes com área total de 10 até 50 hectares, são maior parte proprietários da terra, pertencem a agricultura familiar classificados no grupo do Pronaf B, recebem pouca orientação técnica, sendo a principal fonte de orientação técnica o Governo e não são associados a nenhuma entidade de classe.  A maioria dos produtores orgânicos são homens, com idade entre 55 a 65 anos e da cor/raça branca. Esse perfil requer maior atenção das políticas públicas do Governo, visto que são essenciais para o desenvolvimento e expansão da agricultura orgânica na região Centro-Oeste.  

Published

2026-07-03

Issue

Section

EIXO 6 - Artigo Completo - Gestão do Agronegócio, Economia e Bioeconomia

How to Cite

BENITES PAREDES CHAVES, Isabel; FIGUEIREDO NETO , Leonardo Francisco. AGRICULTURA ORGÂNICA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL: caracterização a partir do Censo Agropecuário 2017. Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN), [S. l.], v. 8, n. 1, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/EIGEDIN/article/view/25189. Acesso em: 8 jul. 2026.