¿Vamos a Quilombar? Saberes y haceres de la farinhada en el quilombo cana brava como producto turístico, Santa Quitéria do Maranhão, Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55028/5tzqma23

Palabras clave:

Farinhada en Quilombo, Harina de yuca, Saber y hacer, Turismo contracolonial, Turismo de Base Comunitaria

Resumen

Por un lado, la producción de harina fue observada como un mecanismo de fraternidad comunitaria y organización económica local; por otro lado, la universidad fue considerada como un espacio de producción y difusión del conocimiento, capaz de contribuir a la construcción de una perspectiva crítica y contracolonial fundamentada en los saberes locales. En este contexto, se desarrolló la presente investigación con el propósito de analizar esta realidad desde un enfoque analítico y científico. De este modo, el objetivo de esta investigación fue comprender el saber-hacer asociado a la producción de harina de yuca y sus relaciones contracoloniales en la comunidad quilombola Cana Brava, ubicada en Santa Quitéria do Maranhão, Brasil, considerando esta práctica como un potencial producto turístico. Para alcanzar este objetivo, se realizó un levantamiento bibliográfico estructurado, junto con la aplicación de entrevistas a miembros de la comunidad. La recolección y el análisis de los datos se llevaron a cabo mediante análisis temático, a partir de la codificación de las respuestas obtenidas, lo que permitió identificar categorías analíticas que culminaron en la elaboración de un marco conceptual sobre el saber-hacer relacionado con la producción de harina. Los resultados identificaron seis elementos constitutivos del saber-hacer asociado a la producción de harina de yuca en el contexto de la comunidad quilombola. Se constató que la producción artesanal de harina de yuca trascendió la dimensión de la subsistencia económica, configurándose también como un espacio de sociabilidad, transmisión de conocimientos ancestrales y fortalecimiento de la identidad quilombola.

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Biografía del autor/a

  • Sabrina Costa Araújo, Universidade Federal do Maranhão

    Licenciada en Turismo por la Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Centro de Ciências de São Bernardo (CCSB). Correo electrónico: costaaraujo958@gmail.com

  • Ana Catarina Alves Coutinho, Universidade Federal do Maranhão

    Doctora en Turismo por el Programa de Posgrado en Turismo de la Universidad Federal de Rio Grande do Norte (PPGTUR/UFRN). Profesora Adjunta del Curso de Licenciatura en Turismo de la Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Centro de Ciencias de São Bernardo (CCSB). Correo electrónico: aca.coutinho@ufma.br

  • Rita de Cássia Pereira de Carvalho, Universidade Federal do Maranhão

    Doctora en Sociedad, Cultura y Fronteras por la Universidad Estatal del Oeste de Paraná (Unioeste). Profesora sustituta del Curso de Licenciatura en Turismo de la Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Centro de Ciencias de São Bernardo (CCSB). Correo electrónico: carvalho.rita@ufma.br

  • Salete Vieira, Universidade do Estado da Bahia

    Doctora en Difusión del Conocimiento por la Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Profesora del Curso de Turismo y Hotelería de la Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus I, Departamento de Ciencias Humanas (DCH-I). Correo electrónico: savieira@uneb.br

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Publicado

2026-03-16

Cómo citar

Araújo, S. C., Coutinho, A. C. A., Carvalho, R. de C. P. de, & Vieira, S. (2026). ¿Vamos a Quilombar? Saberes y haceres de la farinhada en el quilombo cana brava como producto turístico, Santa Quitéria do Maranhão, Brasil. Ateliê Do Turismo, 10(1), 17-47. https://doi.org/10.55028/5tzqma23