PERMEANDO A PEÇA LE CIRCO DE LA DRAG: resistência aos tempos de ódio e ressentimento no contexto brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v2i24.11956Resumo
Este artigo se colocou em conversas com a peça Le Circo de La Drag, sua produção aconteceu no sexto capítulo da dissertação intitulada Quem vê close – Não vê corre: Porosidade de um corpo em viagens com Drag Queens. Nesta dissertação a viajante-pesquisadora habitou com seus amigos-viajantes eventos com protagonismo de drag queens. Neste texto a peça analisada foi encenada durante as eleições presidenciais do Brasil, caracterizada por polarizações políticas e notícias falsas. Diante deste cenário a peça se organizou como sátira política com quatro drags parodiando os últimos acontecimentos do país. O espetáculo tinha como “enredo” músicas brasileiras consagradas e cada música foi problematizada e parodiada nas atuações das drags. O espetáculo criticava a naturalização das músicas que remetiam a violência de gênero, racial entre outras. A proposta da peça foi suscitar reflexões sobre os contextos nos quais estamos inseridos e como autorizamos e naturalizamos práticas de violência e ódio.
Palavras-chaves: Espetáculo, drags e viagem.
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