• Exterioridade dos Saberes: NECC 10 ANOS
    v. 2 n. 20 (2018)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações; 16º volume: Estéticas periféricas (abril de 2016); 17º volume: Cultura urbana; volume 18º: Tendências teóricas do século XXI; volume 19º: Tendências artísticas do século XXI — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para EXTERIORIDADE DOS SABERES: NECC 10 ANOS, por ser quase um consenso crítico nos dias atuais de que a tendência crítica moderna entrou em declínio exatamente com a chegada de epistemologias outras que grassaram dos lugares os mais fronteiriços, ou periféricos, como, por exemplo, as teorias da subalternidade, da pós-colonialidade, da pós-ocidentalidade, dos estudos fronteiriços, entre outros que têm chegado até às portas da instituições públicas, das disciplinas e dos mais diferentes cursos de Graduação e de Pós-Graduação de todo o país que não têm medido esforços para propor e sustentar uma “epistemologia fronteiriça” (ANZALDÚA; MIGNOLO) que não ignora a epistemologia moderna mas que também tem consciência fronteiriça de que aquela não contempla as diferenças coloniais que imperam no mundo. Registre-se também que este volume visa comemorar os 10 anos de existência do NECC (2009-2019). Daí a temática centrar-se na “exterioridade”, por entender que tal rubrica contempla, de forma mais satisfatória, os projetos, as pesquisas e as produções intelectuais que foram realizadas nessa década. Entende-se que se voltar para uma discussão teórica acerca de exterioridades significa, entre outras coisas, abrir-se, criticamente, para os lugares excluídos, os quais foram criados e alimentados pela própria interioridade do pensamento moderno ocidental. Se, por um lado, o mundo do exterior foi criado pelo mundo do interior, alimentando, assim, uma exclusão de sujeitos e de saberes sem precedentes na história do ocidente, por outro lado, e por mais contraditório que possa parecer, esse mundo da exterioridade só pode vir a ser mais bem compreendido por uma epistemologia que emirja de-dentro dele, e nunca o contrário, como poderiam supor aqueles intelectuais e respectivos modos de pensar que acreditam que ainda se é possível falar e pensar pelo outro, nestes tempos de refugiados de toda sorte. Não é escusado reiterar que as teorias também brotam de todos os lugares e migram em todas as direções, inclusive do Sul para o Norte, e cada vez mais. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, que em 2018 completam uma década de existência, como se pode ver por meio das temáticas elencadas acima, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental, voltando-se, num crescendo, para epistemologias outras (que não a moderna) que se debruçam acerca de um saber, um sentir e um pensar que originam reflexões teóricas e críticas menos preconceituosas e excludentes e mais inclusivas e a partir das diferenças coloniais. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço ao também editor Marcos Antônio Bessa-Oliveira que não tem medido esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for EXTERIORIDADE DOS SABERES. Edgar Cézar Nolasco 
  • Tendências Artísticas do Século XXI
    v. 1 n. 19 (2018)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações; 16º volume: Estéticas periféricas (abril de 2016); 17º volume: Cultura urbana; 18º volume: Tendências teóricas do século XXI — os CADERNOS   DE   ESTUDOS   CULTURAIS   voltam-se   para TENDÊNCIAS ARTÍSTICAS DO SÉCULO XXI, por ser quase um consenso crítico nos dias atuais de que a tendências críticas modernas entraram em declínio exatamente com a chegada de epistemologias outras que grassaram dos lugares os mais fronteiriços, ou periféricos, como, por exemplo, as teorias da subalternidade, da pós-colonialidade, da pós-ocidentalidade, dos estudos fronteiriços, entre outros que têm chegado até às portas da instituições públicas, das disciplinas e dos mais diferentes cursos de Graduação e de Pós-Graduação de todo o país que não têm medido   esforços   para   propor   e   sustentar   uma   “epistemologia  fronteiriça (ANZALDÚA; MIGNOLO) que não ignora a epistemologia moderna mas que também tem consciência fronteiriça de que aquela não contempla as diferenças coloniais que imperam no mundo. Voltar-se agora para tais TENDÊNCIAS ARTÍSTICAS significa, entre outras coisas, abrir-se, criticamente, para o mundo da exterioridade, mundo este criado e alimentado pela própria interioridade do pensamento moderno ocidental. Se, por um lado, o mundo do exterior foi criado pelo mundo do interior, alimentando, assim, uma exclusão de sujeitos e de saberes sem precedentes na história do ocidente, por outro lado, e por mais contraditório que possa parecer, esse mundo da exterioridade só pode vir a ser mais bem compreendido por uma epistemologia que emirja de-dentro dele, e nunca o contrário, como poderiam supor aqueles intelectuais e respectivos modos de pensar que acreditam que ainda se é possível falar e pensar pelo outro, nestes tempos de refugiados de toda sorte. Não é escusado reiterar que as teorias também brotam de todos os lugares e migram em todas as direções, inclusive do Sul para o Norte, e cada vez mais. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, que em 2018 completam uma década de existência, como se pode ver por meio das temáticas elencadas acima, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental, voltando-se, num crescendo, para epistemologias outras (que não a moderna) que se debruçam acerca de um saber, um sentir e um pensar que originam TENDÊNCIAS artísticas, teóricas e críticas menos preconceituosas e excludentes e mais inclusivas e a partir das diferenças coloniais. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo- o com seu ensaio. Agradeço ao também editor Marcos Antônio Bessa-Oliveira, que não tem medido esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for TENDÊNCIAS ARTÍSITCAS DO SÉCULO XXI. Edgar Cézar Nolasco
  • Tendências Teóricas do Século XXI
    v. 9 n. 18 (2017)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações; 16º volume: Estéticas periféricas (abril de 2016); 17º volume: Cultura urbana — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para TENDÊNCIAS TEÓRICAS DO SÉCULO XXI, por ser quase um consenso crítico nos dias atuais de que a tendência crítica moderna entrou em declínio exatamente com a chegada de epistemologias outras que grassaram dos lugares os mais fronteiriços, ou periféricos, como, por exemplo, as teorias da subalternidade, da pós-colonialidade, da pós-ocidentalidade, dos estudos fronteiriços, entre outros que têm chegado até às portas da instituições públicas, das disciplinas e dos mais diferentes cursos de Graduação e de Pós-Graduação de todo o país que não têm medido esforços para propor e sustentar uma “epistemologia fronteiriça” (ANZALDÚA; MIGNOLO) que não ignora a epistemologia moderna mas que também tem consciência fronteiriça de que aquela não contempla as diferenças coloniais que imperam no mundo. Voltar-se agora para tais TENDÊNCIAS significa, entre outras coisas, abrir-se, criticamente, para o mundo da exterioridade, mundo este criado e alimentado pela própria interioridade do pensamento moderno ocidental. Se, por um lado, o mundo do exterior foi criado pelo mundo do interior, alimentando, assim, uma exclusão de sujeitos e de saberes sem precedentes na história do ocidente, por outro lado, e por mais contraditório que possa parecer, esse mundo da exterioridade só pode vir a ser mais bem compreendido por uma epistemologia que emirja de-dentro dele, e nunca o contrário, como se poderia supor aqueles intelectuais e respectivos modos de pensar que acreditam que ainda se é possível falar e pensar pelo outro, nestes tempos de refugiados de toda sorte. Não é escusado reiterar que as teorias também brotam de todos os lugares e migram em todas as direções, inclusive do Sul para o Norte, e cada vez mais. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, que em 2018 completam uma década de existência, como se pode ver por meio das temáticas elencadas acima, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental, voltando-se, num crescendo, para epistemologias outras (que não a moderna) que se debruçam acerca de um saber, um sentir e um pensar que originam TENDÊNCIAS teóricas e críticas menos preconceituosas e excludentes e mais inclusivas e a partir das diferenças coloniais. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, ao editor-assistente Marcos Antônio Bessa-Oliveira, que não mede esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for TENDÊNCIAS TEÓRICAS DO SÉCULO XXI.Edgar Cézar Nolasco
  • Cultura urbana
    v. 9 n. 17 (2017)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações; 15º volume: Estéticas periféricas (abril de 2016) — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para CULTURA URBANA, por entender que com o crescimento geográfico e populacional das cidades torna-se importante discutir acerca das culturas urbanas neste momento em que as fronteiras se dilatam e as pessoas tornam-se refugiadas, ou estranhas, em sua própria casa, local, cidade ou país. Na verdade, a rubrica Cultura urbana contempla muitas culturas e algumas, apesar de estarem dentro das cidades, nem são tão urbanas asssim. As cidades têm seus centros, mas têm também suas periferias. E estas periferias têm seus centros e uma vida não menos urbana. Pluralizam-se as cidades, os centros e as periferias, bem como os shoppings por onde as pessoas transitam, os lugares todos, como as praças, os bares, as filas, os mercados, as ruas e, por conseguinte, há um desdobramento conceitual do mundo ao redor. Urbano e não urbano, centros e periferias, comunidades e bairros, cada lugar geográfico propõe também uma discussão geocultural. Cada vez mais, temos culturas, no plural. E é também de forma pluralística que devemos pensar. As cidades extravasaram para o seu fora, e vice-versa, rompendo as fronteiras que existiam entre as culturas. Leituras pós-modernas vêm sendo feitas no sentido de alargar a discussão acerca das culturas urbanas. Outras leituras têm se detido, assentadas estas em outras epistemologias, como as leituras pós-colonais. Ao se deterem nas diferenças coloniais existentes no mundo contemporâneo, as leituras pós-coloniais propõem especificidades importantes entre os lóci e, por extensão, entre as culturas e as pessoas. De qualquer forma, com o mundo em movimento como vem acontecendo neste momento no planeta, nunca é demais se deter acerca de conceitos que nos situam melhor deste mesmo mundo que nos sobrou para viver. Dentro ou fora, urbano ou não, os lugares passam a ser o começo para as reflexões do presente. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS (desde 2009), como se pode ver por meio das temáticas publicadas, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental. E aqui cabe a pergunta: a Cultura urbana é da ordem da exterioridade ou da interioridade? Qualquer resposta nesse sentido seria precipitada. De modo que é preciso, e até meio urgente, que se faça uma longa discussão sobre as localizações das culturas, sejam elas urbanas ou periféricas, pertencentes ao primeiro, segundo ou terceiro mundo, pouco importa; porque o que importa mesmo é que as culturas estão em todos os lugares do planeta, das cidades, dos bairros e das ruas, neste século 21. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for CULTURA URBANA.
  • Estéticas Periféricas
    v. 8 n. 16 (2016)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015); e 15º volume: Ocidente/Oriente: migrações — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para ESTÉTICAS PERIFÉRICAS, por entender que o momento presente quebra o poder de uma estética moderna abstrata que imperou e ainda impera na modernidade, propondo, por conseguinte, estéticas outras que, na verdade, já grassavam nas bordas do mundo ocidental. Estéticas do corpo, da rua, das periferias urbanas, das emoções e sentimentos, estéticas das diversidades, estéticas das cidades, estéticas das fronteiras, dos perseguidos e refugiados, entre muitas outras, fazem o desenho de uma imagem e de uma paisagem ainda não contornado pelos saberes da atualidade. Muitas são as teorias contemporâneas que têm proposto discussões que, direto ou indiretamente, contemplam as estéticas do presente. Todavia, se algumas dessas teorias ainda não conseguem se desvencilhar do poder de força da estética moderna, outras teorias mais recentes, como a pós-colonial, por exemplo, vêm desfazendo aquele olhar imperial e abstrato que permaneceu intacto na estética moderna ocidental. As teorias pós-coloniais, subalternas, periféricas e fronteiriças, que não por acaso geralmente emergem das margens da nação moderna, propõem não uma desconstrução da estética moderna, mas, sim, a possibilidade de olhar para os seres e as coisas a partir de uma estética outras, vinculada a sensibilidades locais e biográficas jamais contempladas pela estética moderna. E talvez pelo simples fato de esta estética ter deixado de fora de sua discussão o corpo, por exemplo. Se a razão moderna imperou na estética moderna, nas estéticas periféricas temos a ascensão dos corpos, atravessados por seu saber, seu poder, seu lócus e seu bios. Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS (desde 2009), como se pode ver por meio das temáticas publicadas, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental. E as Estéticas Periféricas estão na exterioridade do pensamento ocidental moderno. De modo que, o que sabemos delas até este século 21, foi nos mostrado por meio da interioridade da razão ocidental moderna. As Estéticas periféricas não podem ser contempladas pelos discursos acadêmico e disciplinar que prevalecem dentro das academias e dos manuais. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque estéticas e epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais periféricos produzindo ou articulando uma epistemologia outra como forma de, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias estetizantes e abstratas ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for ESTÉTICAS PERIFÉRICAS.
  • Ocidente/Oriente: migrações
    v. 8 n. 15 (2016)
    Depois de todas as temáticas abordadas — 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014); 13º volume: Povos indígenas (abril de 2015); 14º volume: Brasil\Paraguai\Bolívia (dezembro de 2015) — os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para OCIDENTE\ORIENTE: MIGRAÇÕES, por entender que o mundo neste século 21, como nunca antes, ilustra na realidade a condição de fora do lugar, de atravessamento, de fronteira, na qual se encontram milhares de pessoas. Perseguidos, foragidos, ou tangidos pela miséria humana, cidadãos do mundo inteiro transitam por todos os lados e lugares: quer seja dentro do próprio Ocidente, quer seja do Oriente para o Ocidente, quer seja dentro dos próprios países – famílias, para não dizer povos inteiros, simplesmente migram, deixando para trás sua história, sua cultura, seu lugar geoistórico de sobrevivência. Se, como nunca antes visto, as fronteiras internas e externas são o rumo (in)certo de todos os migrantes, na tentativa de um atravessamento sem fim, por outro lado, as fronteiras todas se tornaram, cada vez mais, um limite intransponível para todos. Vários estudos, na atualidade, têm tratado de forma cuidadosa e singular dessa questão, que é histórica, política e cultural. Aqui destaco os estudos pós-ocidentais ou fronteiriços que, num crescendo e cada vez mais, têm se debruçado sobre esses sujeitos atravesados e suas reais condições subalternas, que se debatem numa exterioridade para sempre ignorada. A fronteira-sul, que compreende o estado de Mato Grosso do Sul (Brasil) e os países lindeiros Paraguai e Bolívia, ilustra tal discussão. Por ela, além de transitarem forasteiros, pistoleiros e contrabandistas, além de sem terras e trabalhadores que vivem em suas bordas, também presenciamos a luta diária de bolivianos desempregados que se lançam fronteira afora na tentativa de alcançar os grandes centros, como a cidade de São Paulo. Também é porto de passagem de haitianos e demais povos que procuram entrar no país pela porta dos fundos. Se o que temos na realidade é essa condição degradante e triste, na qual humanos simplesmente se aventuram para um lugar desconhecido, no plano de uma discussão teórica e crítica só nos resta pensar e propor uma epistemologia outra, como a fronteiriça, como forma de, assim, melhor atingir e compreender essa realidade outra que se narra a partir de sua específica exterioridade, pouco importando que essa exterioridade tenha sido criada por uma interioridade que a ignorou por todo a extensão do pensamento moderno ocidental. Todas as temáticas publicadas pelos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS (desde 2009), como se pode ver acima, vêm sinalizando acerca da importância de se privilegiar o que é da ordem da exterioridade do pensamento moderno ocidental. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque estéticas e epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais periféricos produzindo ou articulando uma epistemologia outra como forma de, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias estetizantes e abstratas ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for OCIDENTE\ORIENTE: MIGRAÇÕES. Edgar Cézar Nolasco
  • Brasil/Paraguai/Bolívia
    v. 7 n. 14 (2015)
    Depois de todas as temáticas abordadas ─ 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica ( setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais ( abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural ( dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem ( dezembro de 2014); 13º VOLUME: Povos indígenas ( abril de 2015) ─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para BRASIL/PARAGUAI/BOLÍVIA, por entender que tal aproximação ilustra parte da discussão acerca das teorias voltadas para uma “epistemologia fronteira” (ANZALDÚA), como vem acontecendo por meio de vários críticos latinos (MIGNOLO) e de obras significativas, como Teorias sin disciplina, Histórias locais\Projetos globais e dos próprios CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que, desde 2009, vêm se detendo em temáticas voltadas para a América Latina como um todo. O lócus geoistórico e cultural de onde os CADERNOS são pensados, a UFMS, a capital Campo Grande, o estado de Mato Grosso do Sul e a fronteira-Sul que compreende a região e os paises lindeiros Bolívia e Paraguai ilustram de forma exemplar a condição social, política e cultural a qual todos os sujeitos subalternos estão acometidos. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais fronterizos produzindo sua própria epistemologia para, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for BRASIL\PARAGUAI\BOLÍVIA. Edgar Cézar Nolasco
  • Povos indígenas
    v. 7 n. 13 (2015)
    Depois de todas as temáticas abordadas – a 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8º volume: Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º volume: Pós-colonialidade (abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem (abril de 2014); 12º volume: Eneida Maria de Souza: uma homenagem (dezembro de 2014) – os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS voltam-se para os POVOS INDÍGENAS, por entender que tais sujeitos ilustram uma das discussões culturais mais séria do país, a começar pelo descaso do poder público e do abuso dos latifundiários das terras desse país continental. O lócus geoistórico e cultural de onde os CADERNOS são pensados, a UFMS, a capital Campo Grande, o estado de Mato Grosso do Sul e a fronteira-Sul que compreende a região e os países lindeiros Bolívia e Paraguai ilustram de forma exemplar a condição social, política e cultural a qual o sujeito subalterno ameríndio esta acometido. Os textos deste volume tratam da importância de se deter na temática proposta, especificamente porque epistemologias contemporâneas demandam um descentramento dos postulados discursivos assentados tão somente no olhar acadêmico e disciplinar. Já é um consenso de que há uma plêiade de intelectuais ameríndios produzindo sua própria epistemologia para, entre outros propósitos, barrar aquelas velhas teorias ainda declinadas do grego e do latim. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seu ensaio. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da COMISSÃO ORGANIZADORA e MEMBROS do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número que entra para a história da crítica cultural quando o assunto for POVOS INDÍGENAS. Edgar Cézar Nolasco
  • Eneida Maria de Souza: uma homenagem
    v. 6 n. 12 (2014)
    Depois de todas as temáticas abordadas ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º Pós-Colonialidade (Abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013); 11º volume: Silviano Santiago: uma homenagem ─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS entenderam que era o momento (aliás, como aconteceu com o volume anterior) de se voltar especificamente para a crítica, a cultura e a intelectualidade brasileira, priorizando aquele traço culturalista contemporâneo que mais se aproximava de sua proposta inicial desde 2009. Dessa vez, o intelectual brasileiro que melhor representa a política defendida pelo periódico é ninguém menos que Eneida Maria de Souza. Os textos arrolados neste volume pontuam, cada um a seu modo, a importância incontestável da vida intelectual de Eneida, tanto para o Brasil, quanto para a América Latina e o resto do mundo. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da Comissão Organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for ENEIDA MARIA DE SOUZA.
  • Silviano Santiago - Uma homenagem
    v. 6 n. 11 (2014)
    Depois de todas as temáticas abordadas – 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º Pós-Colonialidade (Abril de 2013); 10º volume: Memória cultural (dezembro de 2013) – os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS entenderam que era o momento de se voltar especificamente para a crítica, a cultura e a intelectualidade brasileira, priorizando aquele traço culturalista contemporâneo que mais se aproximava de sua proposta inicial desde 2009. E o intelectual brasileiro que melhor representa a política defendida pelo periódico é ninguém menos que Silviano Santiago. Os textos arrolados neste volume pontuam, cada um a seu modo, a importância incontestável da vida intelectual de Silviano, tanto para o Brasil, quanto para a América Latina e o resto do mundo. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os CADERNOS venham a público, bem como a todos da Comissão Organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for SILVIANO SANTIAGO.
  • Memória Cultural
    v. 5 n. 10 (2013)
    Dando continuidade às temáticas que vêm abordando ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012); 9º Pós-Colonialidade (Abril de 2013) ─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Memória Cultural. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os CADERNOS surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito político e culturalmente tão interligado à América latina. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Memória Cultural no Brasil.
  • Pós-colonialidade
    v. 5 n. 9 (2013)
    Dando continuidade às temáticas que vêm abordando ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais (abril de 2012); 8° Eixos periféricos (dezembro de 2012)─ os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Pós-colonialidade. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os CADERNOS surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito ainda em aberto, no âmbito da América Latina, como o de Pos-colonialidade/Pós-ocidentalismo. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Eixos periféricos no Brasil.
  • Eixos Periféricos
    v. 4 n. 8 (2012)
    Dando continuidade às temáticas que vêm abordando – 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011); 6° volume: Cultura local (dezembro de 2011); 7º volume: Fronteiras culturais– os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Eixos periféricos. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os Cadernos surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito ainda em aberto como o de Eixos periféricos. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Eixos periféricos no Brasil. Edgar Cézar Nolasco
  • Fronteiras culturais
    v. 4 n. 7 (2012)
    Dando continuidade às temáticas que vêm abordando – 1º volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalterni- dade (abril de 2011); 6º volume: Cultura local (dezembro de 2011) – os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Frontteiras Cultturais. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os Cadernos surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais espe- cialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito ainda em aberto como o de Frontteiras Cultturais. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agra- deço, também, aos editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira   e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cader- nos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática pro- posta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Frontteiras Cultturais no Brasil.
  • Cultura local
    v. 3 n. 6 (2011)
    Dando continuidade às temáticas que vêm abordando ─ 1° volume: Estudos culturais (abril de 2009); 2º volume: Literatura comparada hoje (setembro de 2009); 3º volume: Crítica contemporânea (abril de 2010); 4º volume: Crítica biográfica (setembro de 2010); 5º volume: Subalternidade (abril de 2011) ─, os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS trazem agora uma discussão em torno de Cultura local. Fazendo jus ao “Qualis B1”, este volume reúne ensaios de pesquisadores que se predispuseram a pensar sobre uma temática que se encontra na agenda da crítica contemporânea, por sua importância para a compreensão do mundo global em que vivemos. Não há dúvida de que, mais uma vez, os Cadernos surpreendem por saírem na frente e conseguirem arrolar uma gama de intelectuais especialistas no assunto e cujos textos vêm suprir uma lacuna existente em torno de um conceito ainda em aberto como o de Cultura local. Cabe-me a feliz tarefa de agradecer a todos os autores que aceitaram participar deste volume, enriquecendo-o com seus belos ensaios. Agradeço, também, aos Editores-assistentes Marcos Antônio Bessa-Oliveira e José Francisco Ferrari, que não medem esforços para que os Cadernos venham a público, bem como a todos da Comissão organizadora e membros do NECC. Gratidão traduz o que todos os neccenses sentimos pelos ilustres pesquisadores deste volume, sem os quais a temática proposta não seria possível para a realização deste número dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS que entra para a história da crítica brasileira quando o assunto for Cultura local no Brasil.
  • Subalternidade
    v. 3 n. 5 (2011)
  • Crítica biográfica
    v. 2 n. 4 (2010)
    Os CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS obtiveram, com apenas três volumes e um ano e meio de existência, avaliação e indexação no Portal de Periódicos da CAPES com “Qualis B1”. Considerando a avaliação significativa, que redobra os CADERNOS em importância Institucional (UFMS) e intelectual, agradeço, de modo especial: À Magª Reitora Profa. Dra. Célia Maria da Silva Oliveira; Ao Ilmo. Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Prof. Dr. Dercir Pedro de Oliveira; Ao Ilmo. Pró-Reitor de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis Prof. Dr. Milton Augusto Pasquotto Mariani. A todos os autores que tiveram seus ensaios publicados nos CADERNOS; Aos Editores-Assistentes que não mediram esforços para a realização e publicação dos CADERNOS; À Comissão Organizadora dos CADERNOS, pelo empenho constante; A todos os membros efetivos do NECC – Núcleo de Estudos Culturais Comparados, pela seriedade nos trabalhos executados. Agora com “Qualis B1”, este quarto número dos Cadernos de Estudos Culturais visa a cumprir, mais do que nunca, os objetivos que fazem parte de seu projeto editorial, entre os quais destaco os mais significativos: 1) dar continuidade às discussões realizadas no espaço da disciplina obrigatória Literatura Comparada: fundamentos, do Programa de Pós-graduação – Mestrado em Estudos de Linguagens – UFMS; 2) criar um espaço para o debate crítico, tendo Editorial 6 por base os ensaios críticos dos intelectuais convidados para participar dos CADERNOS; 3) oportunizar aos mestrandos, que desenvolvem projetos sobre a cultura local, ou cultura latino-americana, que tornem públicas suas pesquisas acadêmicas; 4) discutir com mais propriedade intelectual a cultura local fronteiriça do Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil, Paraguai, Bolívia); 5) incentivar o intercâmbio cultural entre os Estado de Mato Grosso do Sul ( Brasil) e seus dois países lindeiros (Paraguai e Bolívia); repensar em conjunto as divergências e convergências instauradas em torno da diversidade cultural que diferencia a cultural local sul-mato-grossense, assim como em um pseudo-conceito de cultura que quase sempre o Estado quer fazer prevalecer. Para melhor atender aos objetivos que originaram a ideia dos CADERNOS, os mesmos são de natureza temática: o primeiro número levou a rubrica de Estudos culturais, justificando, inclusive, o próprio título dos CADERNOS. O segundo denominou-se Literatura comparada hoje, atendendo, por sua vez, a disciplina do Programa de Pós-Graduação mencionada. O terceiro, Crítica contemporânea, deu relevância para a perspectiva transdisciplinar que vem embasando e norteando a proposta política dos próprios CADERNOS. Este quarto, Crítica biográfica, agrupa ensaios em torno de uma visada crítica ainda pouco explorada no país. Com a publicação deste volume, os CADERNOS se consolidam como uma publicação de ponta no Brasil e fora, não apenas por seu caráter nada endógeno, mas especificamente pelo valor incontestável que os trabalhos arrolados propõem. É salutar registrar que os CADERNOS saem na frente, uma vez que este volume é o primeiro periódico brasileiro a dedicar-se, com afinco, ao gênero crítica biográfica. O leitor deste volume terá a oportunidadede estabelecer comparações críticas entre os ensaios (seguidos de uma Resenha crítica) que, ao final, lhe proporão maior lucidez sobre a reflexão crítica que embasa o pensamento deste século que se inicia. Por fim, e o mais importante, agradeço a todos os amigos, professores, críticos, orientandos, intelectuais e neccenses que contribuiram para que o Projeto dos Cadernos se tornasse possível.
  • Literatura Comparada Hoje
    v. 1 n. 2 (2009)
    Este segundo número dos Cadernos de Estudos Culturais visa a cumprir os objetivos que fazem parte de seu projeto editorial, entre os quais destaco os mais significativos: 1) dar continuidade às discussões realizadas no espaço da disciplina obrigatória Literatura Comparada: fundamentos, do Programa de Pós-graduação – Mestrado em Estudos de Linguagens – UFMS; 2) criar um espaço para o debate crítico, tendo por base os ensaios críticos dos intelectuais convidados para participar dos Cadernos; 3) oportunizar os mestrandos, que desenvolvem projetos sobre a cultura local, ou cultura latino-americana, que tornem públicas suas pesquisas acadêmicas; 4) discutir com mais propriedade intelectual a cultura local fronteiriça do Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil, Paraguai, Bolívia); 5) incentivar o intercâmbio cultural entre os Estado de Mato Grosso do Sul ( Brasil) e seus dois países lindeiros (Paraguai e Bolívia); 6) repensar em conjunto as divergências e convergências instauradas em torno da diversidade cultural que diferencia a cultural local Sul-mato-grossense, assim como em um pseudo-conceito de cultura que quase sempre o Estado quer fazer prevalecer. Para melhor atender aos objetivos que originaram a ideia de os Cadernos, os mesmos são de natureza temática. O primeiro número levou a rubrica de Estudos Culturais, justificando, inclusive, o título dos Cadernos. Este segundo número, intitulado Literatura Comparada Hoje, reforça a proposta cultural e comparatista que ampara todos os projetos vinculados ao Núcleo de Estudos Culturais Comprados (NECC). O leitor deste caderno terá a oportunidade de estabelecer redes comparativas e interpretativas entre os ensaios (seguidos de uma Resenha Crítica) que, ao final, lhe proporão mais lucidez crítica sobre o pensamento contemporâneo. Por fim, e o mais importante, agradeço a todos os amigos, professores, críticos, orientandos, intelectuais, que contribuíram para que o Projeto dos Cadernos se tornasse possível. Edgar Cézar Nolasco
  • Estudos Culturais
    v. 1 n. 1 (2009)
    Este primeiro número dos Cadernos de Estudos Culturais visa a cumprir os objetivos que fazem parte de seu projeto editorial, entre os quais destaco os mais significativos: 1) dar continuidade às discussões realizadas no espaço da discipli- na obrigatória Literatura Comparada: fundamentos, do Programa de Pós-gradua- ção – Mestrado em Estudos de Linguagens – UFMS; 2) criar um espaço para o debate crítico, tendo por base os ensaios críticos dos intelectuais convidados p participar dos Cadernos; 3) oportunizar os mestrandos, que desenvolvem proje- tos sobre a cultura local, ou cultura latino-americana, que tornem públicas suas pesquisas acadêmicas; 4) discutir com mais propriedade intelectual a cultura local fronteiriça do Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil, Paraguai, Bolívia); 5) incen- tivar o intercâmbio cultural entre o Estado de Mato Grosso do Sul (Brasil) e seus dois países lindeiros (Paraguai e Bolívia); repensar em conjunto as divergências e convergências instauradas em torno da diversidade cultural que diferencia a cul- tural local Sul-mato-grossense, assim como em um pseudo-conceito de cultura que quase sempre o Estado quer fazer prevalecer. Para melhor atender aos obje- tivos que originaram a ideia de os Cadernos, os mesmos são de natureza temática; daí este primeiro número levar a rubrica de Estudos Culturais, justificando, inclu- sive, o título dos Cadernos. O leitor deste caderno terá a oportunidade de estabe- lecer redes comparativas e interpretativas entre os ensaios (seguidos de uma Resenha Crítica) que, ao final, lhe proporão mais lucidez crítica sobre o pensa- mento contemporâneo. Por fim, e o mais importante, agradeço a todos os amigos, professores, críticos, orientandos, intelectuais, que contribuíram para que o Proje- to dos Cadernos se tornasse possível.