CORPO-PAISAGEM BIOGEOGRÁFICO:
visualidade epistêmica fronteiriça
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v2i28.18298Resumo
Pensar em corpo, a partir de corpo epistêmico fronteiriço, justifica-se refletir acerca de uma epistemologia outra descolonial, diferente dos discursos hegemônicos/modernos, os quais geram cultura e conhecimentos de suas diferenças coloniais. Assim, a proposta basilar deste trabalho, o qual dá-se atravessado pela crítica biográfica fronteiriça (NOLASCO, 2013), recai na importância de discutir o corpo-paisagem biogeográfico com suas práticas epistêmicas culturais, levando-se em conta, sobretudo, uma visada traçada pelo conceito de biogeografias (BESSA-OLIVEIRA, 2016), cujos saberes partem de um lócus geoistórico, no que se refere o lócus de onde penso e erijo meu discurso crítico latino. Para tanto, valho-me dos teóricos, tais como Walter Mignolo (2020), Edgar Nolasco (2013), Bessa-Oliveira (2018) e outros que dialoguem com a epistemologia contemplada.
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