TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E OS DESAFIOS DA INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO

Autores

  • Iverson Morais Gomes
  • Willian Lopes Bastos
  • Vera Lucia Gomes Fundação Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Aquidauana

DOI:

https://doi.org/10.55028/gepfip.v2i12.20088

Resumo

O presente artigo tem por finalidade analisar as pesquisas relacionadas à inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista no mercado de trabalho, utilizando como metodologia pesquisa bibliográfica e documental. O autismo é considerado um transtorno que provoca déficits persistentes na comunicação social e na interação social, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, sendo que presença dos sintomas se apresenta em idade precoce e em contextos sociais e esses sintomas juntos devem limitar a funcionalidade da criança. Os resultados da pesquisa mostram que apesar de ser um tema bastante discutido recentemente, tem sido realizado poucos estudos sobre mercado de trabalho e o transtorno. Concluimos também que é necessário a ampliação de políticas públicas nessa área, além da sensibilização dos empregadores, acesso a informação sobre as especificidades do autismo, conhecimento sobre os direitos dessas pessoas, para minimizar os preconceitos, pré-conceitos e discriminação e, assim, garantir o cumprimento de seus direitos sociais, sua participação na sociedade, independência e autonomia.

Biografia do Autor

  • Iverson Morais Gomes
    O presente artigo tem por finalidade analisar as pesquisas relacionadas à inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista no mercado de trabalho, utilizando como metodologia pesquisa bibliográfica e documental. O autismo é considerado um transtorno que provoca déficits persistentes na comunicação social e na interação social, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, sendo que presença dos sintomas se apresenta em idade precoce e em contextos sociais e esses sintomas juntos devem limitar a funcionalidade da criança. Os resultados da pesquisa mostram que apesar de ser um tema bastante discutido recentemente, tem sido realizado poucos estudos sobre mercado de trabalho e o transtorno. Concluimos também que é necessário a ampliação de políticas públicas nessa área, além da sensibilização dos empregadores, acesso a informação sobre as especificidades do autismo, conhecimento sobre os direitos dessas pessoas, para minimizar os preconceitos, pré-conceitos e discriminação e, assim, garantir o cumprimento de seus direitos sociais, sua participação na sociedade, independência e autonomia.
  • Vera Lucia Gomes, Fundação Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Aquidauana
    Professora, especialista em educação especial e inclusiva e psicopedagogia, mestre e doutora em educação.

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Publicado

2024-01-24