PERCEPÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS EM TELETRABALHO DURANTE E APÓS A PANDEMIA DA COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.55028/y2n6qh85Palavras-chave:
Administração pública, Servidor público, Teletrabalho, Universidade públicaResumo
A pandemia de COVID-19 acelerou a adoção do teletrabalho no setor público, levando muitas instituições a incorporá-lo permanentemente. Este estudo qualitativo propôs-se a analisar os principais desafios, vantagens e desvantagens do teletrabalho, bem como o uso das tecnologias da informação e comunicação nesse contexto, durante e após o período pandêmico. A pesquisa focou na evolução do teletrabalho na Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) durante e após a pandemia, utilizando entrevistas semiestruturadas, análise de dados secundários e análise de conteúdo. Os resultados destacam benefícios como flexibilidade de horários, melhoria na qualidade de vida, aumento da produtividade, redução de custos operacionais e maior integração familiar. Contudo, também foram identificados desafios como a falta de treinamento, o isolamento social, os conflitos entre trabalho e vida pessoal e o descontrole da carga de trabalho. Com a implementação forçada do teletrabalho nas universidades federais durante a pandemia, e sua continuidade através por meio do Programa de Gestão e Desempenho (PGD), surgiram questões sobre a segurança psicológica dos servidores e a sustentabilidade do modelo. A pesquisa oferece insights relevantes para a gestão de pessoas no setor público, com foco na melhoria da implementação e na aceitação do teletrabalho.
Referências
Arisaktiwardhana, D. (2021). New homework for environmental labelling to implement the Paris Agreement to address climate change. International Journal of Public Law and Policy, 7(3), 204-223. https://doi.org/10.1504/IJPLAP.2021.118327
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
Blázquez, M., Herrarte, A., & Moro-Egido, A. I. (2023). Gender differences in the effect of teleworking on job loss during the COVID-19 pandemic in Spain. Economics and Human Biology, 51. https://doi.org/10.1016/j.ehb.2023.101299
Boulet, M., & Parent-Lamarche, A. (2022). Paradoxical effects of teleworking on workers’ well-being in the COVID-19 context: A comparison between different public administrations and the private sector. Public Personnel Management, 51(4), 430–457. https://doi.org/10.1177/00910260221102943
Bourscheid, D. P., Moraes, M. E. J., de Oliveira, R. T., da Rosa Tolfo, S., & de Carvalho Chinelato, R. S. (2024). Percepção de suporte e habilidades para teletrabalho compulsório de servidores públicos. Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, 24, e25092. https://doi.org/10.5935/rpot/2024.25092
Brasil. (2020a). Governo reduz gastos públicos em R$ 466.4 milhões com teletrabalho. https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2020/08/governo-reduz-gastos-publicos-em-r-466-4-milhoes-com-teletrabalho.
Brasil. (2017). Lei n.º 13.467, de 13 de julho de 2017. Altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e as Leis n.º 6.019, de 3 de janeiro de 1974, 8.036, de 11 de maio de 1990, e 8.212, de 24 de julho de 1991, a fim de adequar a legislação às novas relações de trabalho. Diário Oficial da União, 1, 1-1. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm
Brasil. (2022a). Decreto n.º 11.072, de 17 de maio de 2022. Dispõe sobre o Programa de Gestão e Desempenho - PGD da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Decreto/D11072.htm?origin=instituicao
Brasil. (2023). Instrução Normativa Conjunta SEGES-SGPRT/MGI n.º 24, de 28 de julho de 2023. Estabelece orientações a serem observadas pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - Sipec e do Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg, relativas à implementação e execução do Programa de Gestão e Desempenho - PGD. Diário Oficial da União, 31/07/2023, 144(1), p. 57. https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-conjunta-seges-sgprt-/mgi-n-24-de-28-de-julho-de-2023-499593248
Brasil. (2020b). Visão geral: Informações básicas sobre o Programa de Gestão e Desempenho. https://www.gov.br/servidor/pt-br/assuntos/programa-de-gestao/questoes-basicas.
de Abreu e Silva, J. (2022). Residential preferences, telework perceptions, and the intention to telework: Insights from the Lisbon Metropolitan Area during the COVID-19 pandemic. Regional Science Policy and Practice, 14(1), 142–161. https://doi.org/10.1111/rsp3.12558
do Carmo Lucas, A., & Santos, R. L. (2021). O trabalho remoto na administração pública brasileira: Desafios e perspectivas. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 7(4), 260-270. https://doi.org/10.51891/rease.v7i4.963
Eiza, M., Okeke, R. I., Dempsey, J., & Ta, V. T. (2021). Keep calm and carry on with cybersecurity@home: A framework for securing homeworking IT environment. International Journal on Cyber Situational Awareness, 5(1), 1-25. https://doi.org/10.22619/ijcsa.2020.100131
Filardi, F., Castro, R. M. P., & Zanini, M. T. F. (2020). Vantagens e desvantagens do teletrabalho na administração pública: Análise das experiências do Serpro e da Receita Federal. Cadernos Ebape, 18, 28-46. https://doi.org/10.1590/1679-395174605
Franco, P. F., & D’Abundo, M. L. (2023). Turned on or off by telework? Perceptions of quality of life while working from home in the United Kingdom during the COVID-19 pandemic. American Journal of Qualitative Research, 8(1), 1-21. https://doi.org/10.29333/ajqr/14013
Georgiadou, A., Mouzakitis, S., & Askounis, D. (2022). Working from home during COVID-19 crisis: A cyber security culture assessment survey. Security Journal, 35(2), 486-505. https://doi.org/10.1057/s41284-021-00286-2
Glaser, J., et al. (2015). The impact of learning demands, work-related resources, and job stressors on creative performance and health. Journal of Personnel Psychology, 14(1), 37-48. https://doi.org/10.1027/1866-5888/a000127
Harpaz, I. (2002). Advantages and disadvantages of telecommuting for the individual, organization and society. Work Study, 51(2), 74-80. https://doi.org/10.1108/00438020210418791
Ilies, R., Wilson, K. S., & Wagner, D. T. (2007). When can employees have a family life? The effects of daily workload and affect on work-family conflict and social behaviors at home. Journal of Applied Psychology, 92(5), 1368-1379. https://doi.org/10.1037/0021-9010.92.5.1368
Johns, G. (2010). Presenteeism in the workplace: A review and research agenda. Journal of Organizational Behavior, 31(4), 519-542. https://doi.org/10.1002/job.630
Kalter, M. J. O., Geurs, K. T., & Wismans, L. (2021). Post COVID-19 teleworking and car use intentions. Evidence from large scale GPS-tracking and survey data in the Netherlands. Transportation Research Interdisciplinary Perspectives, 12. https://doi.org/10.1016/j.trip.2021.100498
Kasztelan, A. (2021). On the road to a green economy: How do European Union countries ‘do their homework’? Energies, 14(18), 5941. https://doi.org/10.3390/en14185941
Lorenzo, M. J., Lenoble, S. N., & Fischer, Y. G. (2020). Administrative law and technology: Teleworking in the public service in Uruguay. Revista de Derecho (Uruguay), 19(38), 107-122. https://doi.org/10.47274/DERUM/38.7
Madan, R., & Ashok, M. (2023). AI adoption and diffusion in public administration: A systematic literature review and future research agenda. Government Information Quarterly, 40(1), 101774. https://doi.org/10.1016/j.giq.2022.101774
Mello, A., Motta, M., Cunha, T., & Castro, G. (2014). Teletrabalho como fator de inclusão social e digital em empresas de call center/contact center. Revista de Administração da Universidade Federal de Santa Maria, 7(3), 373-388. https://doi.org/10.5902/198346598794
Mourão, L., Costa, R. B., Abbad, G. D. S., Legentil, J., Martins, L. B., & Sandall, H. (2023). A short scale for managerial support to teleworkers. Psico-USF, 28(1), 165-177. https://doi.org/10.1590/1413-82712023280113
Mouratidis, K., & Papagiannakis, A. (2021). COVID-19, internet, and mobility: The rise of telework, telehealth, e-learning, and e-shopping. Sustainable Cities and Society, 74. https://doi.org/10.1016/j.scs.2021.103182
Naqshbandi, M. M., Kabir, I., Ishak, N. A., & Islam, M. Z. (2024). The future of work: Work engagement and job performance in the hybrid workplace. The Learning Organization, 31(1), 5-26. https://doi.org/10.1108/TLO-08-2022-0097
Nowrouzi-Kia, B., Haritos, A. M., Long, B. Z. S., Atikian, C., Fiorini, L. A., Gohar, B., ... & Bani-Fatemi, A. (2024). Remote work transition amidst COVID-19: Impacts on presenteeism, absenteeism, and worker well-being—A scoping review. PLOS ONE, 19(7), e0307087. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0307087
Okubo, T. (2022). Telework in the spread of COVID-19. Information Economics and Policy, 60. https://doi.org/10.1016/j.infoecopol.2022.100987
OPAS - Organização Pan-Americana da Saúde. (2023, 5 de maio). OMS declara fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional referente à COVID-19. Recuperado de https://www.paho.org/pt/noticias/5-5-2023-oms-declara-fim-da-emergencia-saude-publica-importancia-internacional-referente
Parent-Lamarche, A., & Laforce, S. (2022). A moderated mediation analysis of new work-related stressors, psychological distress, and absenteeism in health care during a pandemic: Is recognition the cure for preventing falling in battle? Journal of Occupational and Environmental Medicine, 64(10), 839. https://doi.org/10.1097%2FJOM.0000000000002619
Patton, M. Q. (1990). Qualitative evaluation methods. Beverly Hills: Sage. https://doi.org/10.1002/nur.4770140111
Perlow, L. A., Hadley, C. N., & Eun, E. (2017). Stop the meeting madness: How to free up time for meaningful work. Harvard Business Review, 95(4), 62-69. https://hbr.org/2017/07/stop-the-meeting-madness
Prince, S. A., Biswas, A., Betancourt, M. T., Toigo, S., Roberts, K. C., Colley, R. C., Brule, S., Chaput, J. P., & Lang, J. J. (2024). Telework and 24-hour movement behaviors among adults living in Canada during the COVID-19 pandemic. Preventive Medicine, 185. https://doi.org/10.1016/j.ypmed.2024.108053
Schmitt, J. B., Breuer, J., & Wulf, T. (2021). From cognitive overload to digital detox: Psychological implications of telework during the COVID-19 pandemic. Computers in Human Behavior, 124. https://doi.org/10.1016/j.chb.2021.106899
Sepanta, F., & O’Brien, W. (2023). Review and exploration of relationships between domains impacted by telework: A glimpse into the energy and sustainability considerations, COVID-19 implications, and future research. Renewable and Sustainable Energy Reviews, 183. https://doi.org/10.1016/j.rser.2023.113464
Silva, C. A. D., & Rosa, F. S. D. (2023). Control and motivation in task performance of public servants at home office in the face of the COVID-19 pandemic. Revista de Gestão, 30(3), 267-281. https://doi.org/10.1108/REGE-06-2021-0093
Seinsche, L., Schubin, K., Neumann, J., & Pfaff, H. (2024). Working from home during COVID-19: Boundary management tactics and energy resources management strategies reported by public service employees in a qualitative study. BMC Public Health, 24(1). https://doi.org/10.1186/s12889-024-18744-y
Soler, J. R. L., Christidis, P., & Vassallo, J. M. (2023). Evolution of teleworking and urban mobility changes driven by the COVID-19 pandemic across European cities. Transportation Research Procedia, 69, 488–495. https://doi.org/10.1016/j.trpro.2023.02.199
Universidade Federal do Sul da Bahia. (2023). Portaria n. 259, de 20 de março de 2023. https://ufsb.edu.br/images/Portaria_n%C2%BA_259.2003.pdf.
Wang, B., Liu, Y., Qian, J., & Parker, S. K. (2021). Achieving effective remote working during the COVID-19 pandemic: A work design perspective. Applied Psychology, 70(1), 16-59. https://doi.org/10.1111/apps.12290
Weirich, I. P., & Galio, M. H. (2023). Teletrabalho: O direito à desconexão na atualidade brasileira. Academia de Direito, 5, 863-883. https://doi.org/10.24302/acaddir.v5.4325
Windeler, J. B., Chudoba, K. M., & Sundrup, R. Z. (2017). Getting away from them all: Managing exhaustion from social interaction with telework. Journal of Organizational Behavior, 38(7), 977-995. https://doi.org/10.1002/job.2176
Yuan, Q., Gasco-Hernandez, M., Gil-Garcia, J. R., Cook, M. E., & Pardo, T. A. (2023). Continuity of operations and organizational resilience during the COVID-19 pandemic: Lessons from city governments in the US Northeast region. Public Management Review, 1-21. https://doi.org/10.1080/14719037.2023.2222763
Publicado
Edição
Seção
Licença
POLÍTICA DE DIREITOS AUTORAIS E CONFLITO DE INTERESSES
A Revista Desafio Online (DOn) baseia suas políticas éticas e normas nas diretrizes apresentadas pelo Comimittee on Publication Ethics – COPE (https://publicationethics.org/), em razão de seu compromisso com a qualidade editorial e ética científica.
Dever dos editores e equipe editorial:
- Decidir quais serão os artigos avaliados, baseados em sua qualidade, relevância acadêmica, conteúdo e adequação às diretrizes de submissão, sem discriminar, nenhum autor, por gênero, sexo, raça, orientação sexual, pensamento político, afiliação institucional, religião, naturalidade, nacionalidade, identidade étnico-cultural, ou outra forma de distinção social.
- Decidir e se responsabilizar pelos trabalhos que serão publicados (editor-chefe) seguindo as normas da política editorial, bem como os requisitos legais em vigor, no que se refere ao plágio, violação de direitos autorais e difamação.
- Não divulgar dados dos trabalhos além dos autores, pareceristas e membros do conselho editorial, zelando pela confidencialidade das informações.
- Não utilizar, ou se apropriar, do conteúdo original dos trabalhos submetidos, ainda não publicados.
- Não acompanhar o processo editorial do artigo em caso de existência de conflitos de interesses.
- Garantir que as submissões passem pelo processo de revisão duplo-cega (double-blind), sendo avaliado por, no mínimo, dois pareceristas.
- Atender aos princípios de boas práticas e transparência, averiguando condutas contrárias a estes, apresentando providências adequadas.
Dever dos pareceristas ad hoc:
- Auxiliar o corpo editorial, e os autores, no que tange a escolha das decisões editoriais, realizando a revisão sem qualquer tipo de distinção política, cultural, ou social, dos autores.
- Cumprir o prazo de resposta e data limite da avaliação, comunicando os editores nos casos de impossibilidade de realizar o trabalho.
- Abster-se de realizar a avaliação quando pouco capacitados ou não aptos, sobre o conteúdo do artigo. O declínio também deve ocorrer, na existência de qualquer conflito de interesses existente, por parte do avaliador.
- Respeitar o sigilo dos arquivos recebidos, sem que sejam divulgados, expostos ou conversados os conteúdos dos artigos, sem a permissão do editor-chefe, existindo a necessidade. O conteúdo dos trabalhos não deve ser utilizado para benefício próprio.
- Seguir os critérios de avaliação estipulados nas diretrizes, recomendando ajustes e melhorias, sem nunca realizar críticas ou ataques pessoais aos autores.
- Indicar referências de materiais adicionais que sejam pertinentes ao tema.
- Comunicar, aos editores, a existência de publicações anteriores, do mesmo trabalho.
- Os revisores serão incluídos na lista de pareceristas da Revista Desafio Online (DOn). Havendo a solicitação, eles podem receber uma Declaração de Avaliação formal, do Editor-Chefe. Para isso devem informar o nome completo e CPF, por e-mail.
Dever dos autores:
- Apresentar relatos precisos das submissões, com detalhes e referências necessárias à replicação, por terceiros. Dados implícitos devem ser precisamente apresentados, no artigo. Afirmações propositalmente incorretas, ou deturpadas, são tidas como má conduta ética, sendo inadmissíveis.
- Responsabilizar-se pela elaboração do material submetido, devendo o mesmo ser original, resguardando a autenticidade do conteúdo.
- Informar, através de citações adequadas, fontes de ideias e informações derivadas de outros trabalhos, evidenciando-as nas referências. A apropriação indevida de informações e trechos de trabalhos anteriormente publicados, sem a citação da fonte, se caracteriza como plágio e, nesses casos, o periódico se reserva o direito de rejeitar o trabalho, considerando tal prática antiética e inadmissível.
- Não submeter trabalhos que possuam, de forma substancial, a mesma investigação, para outros periódicos, ou mesmo que já tenha sido, anteriormente, publicado. Trabalhos publicados, anteriormente, em congressos serão aceitos para publicação apenas em caso de parcerias Fast Track com o evento. Artigos derivados de trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou teses serão aceitos apenas mediante a inexistência de publicações em outros periódicos ou eventos, devendo, o autor principal, se responsabilizar pela indicação de outras autorias. A Revista Desafio Online respeita o prazo de 12 meses entre publicações de um mesmo autor.
- Atribuir a autoria do trabalho apenas àqueles que fizeram contribuições significativas em sua elaboração, sendo estes indicados como coautores, pelo autor principal, se responsabilizando, integralmente, pelo conteúdo. O autor principal deve fornecer os contatos de e-mails dos envolvidos, e certificar-se de que todos aprovaram a versão final do trabalho, consentindo com sua submissão.
- Declarar qualquer forma existente de conflitos de interesses, bem como apresentar toda e qualquer fonte de auxílio financeiro existente.
- Colaborar, com os editores, quanto à correção e atualização do seu artigo, através de erratas, ao identificar erros ou informações imprecisa que seja relevante na publicação.
- Atentar às decisões editoriais, e ao processo de avaliação e revisão, atendendo, o mais rápido possível, as requisições, mantendo seus dados cadastrados atualizados. Pede-se que as adequações sejam realizadas em até 30 dias, considerando o reenvio dos trabalhos.
- Disponibilizar, caso solicitado, os dados brutos da pesquisa, juntamente com o artigo, para revisão editorial. Os dados utilizados devem se manter acessíveis por, pelo menos, 10 anos após a publicação, considerando a proteção da confidencialidade dos autores, bem como os direitos jurídicos relacionados aos dados.
Arquivamento
A Revista Desafio Online utiliza o sistema LOCKSS. Este é um software livre desenvolvido pela Biblioteca da Universidade de Stanford, que permite preservar revistas online escolhidas ao sondar as páginas das mesmas por conteúdo recém publicado e arquivando-o. Cada arquivo é continuamente validado contra cópias de outras bibliotecas. Caso o conteúdo esteja corrompido ou perdido, as cópias são usadas para restauração.
ÉTICA E ANTIPLÁGIO
Os trabalhos submetidos à Revista Desafio Online (DOn) passarão por software detector de plágio (CopySpider), a qualquer momento, durante o processo editorial. Trabalhos que apresentem mais de 5% de similaridade com outras publicações não serão aceitos, de modo que tais submissões podem ser rejeitadas a qualquer momento, no processo editorial.
Os autores transferem todos os direitos autorais do artigo para a Revista Desafio Online. Qualquer reprodução, total ou parcial, em meios impressos ou eletrônicos, deverá ser solicitada por meio de autorização. A reprodução, caso autorizada, fará constar o competente registro e agradecimento à Revista.
Todos os artigos publicados, online e de livre acesso aos leitores, tem licença Creative Commons, de atribuição, uso não comercial e compartilhamento por ela.
![]()
As obras deste site estão licenciadas sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Brasil
PUBLICAÇÕES DA EQUIPE EDITORIAL
Não é permitida a submissão de trabalhos pelo editor-chefe e coeditores do periódico, garantindo a imparcialidade no processo editorial.
.jpg)