INTANGIBILITY AND RISK DISCLOSURE OF THE MOST INNOVATIVE COMPANIES LISTED ON B3

Authors

DOI:

https://doi.org/10.55028/81439934

Keywords:

Intangible assets, Risk disclosure, Innovative companies

Abstract

The general objective of the study was to analyze the influence of intangibility on risk disclosure in the most innovative Brazilian companies listed on B3. To this end, the sample consisted of 60 companies participating in the ranking of the 6th edition of the Valor Inovação Brasil Award 2020. The financial statements for the six fiscal years 2015-2020 were analyzed, as well as financial data extracted from the Economatica database. Techniques such as descriptive statistics, tests of differences between means and multiple linear regression were used to analyze the data. The dependent variable used was financial, non-financial and general risk disclosure, while the independent variable was intangibility. The results showed that intangibility (representativeness) and intangibility (structure - relationship assets) have a positive influence on general risk disclosure. This result can be explained by the perception of the strategic value of these assets, the complexity associated with them, regulatory pressure, risk management strategy and the quest to strengthen relationships with stakeholders. Thus, the study contributes academically to deepen the discussion on transparency before investors and other stakeholders of innovative companies, but it also provides practical subsidies for companies to properly manage their risks, with subsequent impacts of intangible assets on strategic decisions.

Author Biographies

  • Yasmin de Lima Soares, Universidade Federal do Ceará

    Graduada em Ciências Contábeis.

  • Antonio Rodrigues Albuquerque Filho, Centro Universitário Estácio do Ceará

    Doutorando em Administração e Controladoria pelo Programa de Pós-Graduação em Administração e Controladoria da Universidade Federal do Ceará – PPAC-UFC.

  • Alessandra Carvalho de Vasconcelos, Universidade Federal do Ceará

    Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR (1995), graduação em Ciências Contábeis pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR (2002), mestrado em Ciências Contábeis pela Fundação Universidade Regional de Blumenau - FURB (2006) e doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (2009). Atualmente é professora adjunto II do Departamento de Contabilidade e do Programa de Pós-graduação em Administração e Controladoria (PPAC) da Universidade Federal do Ceará (UFC).

  • Marilene Feitosa Soares, Universidade Federal do Ceará

    Doutora em Contabilidade pela Universidade do Minho (Portugal) e Universidade de Aveiro (Portugal), título reconhecido no Brasil pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Professora da Universidade Federal do Ceará – UFC.

References

Albuquerque Filho, A. R. (2019). Efeito da competitividade e da governança corporativa no nível de intangibilidade das companhias familiares. NAVUS - Revista de Gestão e Tecnologia, 9(3), 143-155. DOI: 10.22279/navus.2019.v9n3.p143-155.943

Albuquerque Filho, A. R., Macêdo, F. F. R. R., Moura, G. D., Fank, D. R. B., & Heberle, E. L. (2018). Fatores determinantes da intangibilidade em companhias abertas familiares. Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ, 23(2), 37-52. DOI: 10.1590/1678-69712006/administracao.v7n3p112-130

Almendra, R. S., Vasconcelos, A. C., Silva, R. B., & De Luca, M. M. M. (2018). Internacionalização, risco sistemático e disclosure de riscos em empresas listadas na BM&FBovespa. Enfoque: Reflexão Contábil, 37(3), 73-91. DOI: 10.4025/enfoque.v37i3.38090

Amorim, J. F., Gordiano, C. A. S. G., & Silva, L. R. F. (2018). Determinantes da evidenciação de ativos intangíveis nas empresas vencedoras do prêmio inovação valor. In Anais do IV International Conference in Management and Accounting – ICMA, VII Congresso de Gestão e Controladoria – Cogecont, V Congresso de Ciências Contábeis e VII Congresso de Iniciação Científica (p. 322).

Amurim, A. D., Leitão, C. R. S., & Correia, J. J. A. (2023). Fatores que influenciam o nível de divulgação dos ativos intangíveis das empresas listadas no IBrX-50. Revista Ambiente Contábil, 15(1), 89-111. DOI: 10.21680/2176-9036.2023v15n1ID26836

Arrow, K. J. (1968). A economia do risco moral: comentários adicionais. The American Economic Review, 58(3), 537-539.

Avelino, B. C., Pinheiro, L. E. T., & Lamounier, W. M. (2012). Evidenciação de ativos intangíveis: estudo empírico em companhias abertas. Revista de Contabilidade e Organizações, 6(14), 22-45. DOI: 10.11606/rco.v6i14.45399

Belém, V. C., & Marques, M. D. M. (2012). A influência dos ativos intangíveis na rentabilidade do patrimônio líquido das empresas brasileiras. In Congresso USP de Controladoria e Contabilidade (Vol. 12).

Brooking, A. (1996). Intellectual capital: Core asset for the third millennium enterprise. Boston: Thomson Publishing Inc.

Callado, A. L. C., & Silva, A. R. (2018). Características da produção científica associada à intangibilidade e desempenho econômico-financeiro sob a perspectiva de redes sociais. Desafio Online, 6(1), 122-140.

Carmona, C. U. M., Aquino, J. T., & Gouveia, R. L. A. (2016). Inovação e agregação de valor: um estudo das empresas brasileiras mais inovadoras. Exacta, 14(1), 71-84. DOI: 10.5585/ExactaEP.v14n1.6170

Carvalho, F. D. M., Kayo, E. K., & Martin, D. M. L. (2010). Tangibilidade e intangibilidade na determinação do desempenho persistente de firmas brasileiras. Revista de Administração Contemporânea, 14, 871-889. DOI: 10.1590/S1415-65552010000500007

Carvalho, G. A., Amaral, H. F., Batista, P. O. S., & Ribeiro, J. E. (2019). Valoração de ativos intangíveis com opções reais: estudo de caso em uma transferência de tecnologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Navus - Revista de Gestão e Tecnologia, 9(2), 07-23. DOI: 10.22279/navus.2019.v9n2.p07-23.740

Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (2019). CPC 00 (R2) - Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro.

Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). (2012). CPC 04 (R1) - Ativo Intangível.

Costa, I. L. S., Correia, T. S., Paulo, E., & Lucena, W. G. L. (2018). Impacto do disclosure voluntário: Valor da empresa e informações socioambientais nas companhias abertas. Contabilidade Gestão e Governança, 21(2), 271-287. DOI: 10.51341/1984-3925_2018v21n2a7

Cova, C. J. G. (2008). A adoção das IFRS no Brasil e o fortalecimento das boas práticas de governança corporativa. Pensar Contábil, 10(42), 22-30.

Cunha, F. D., & Souza, M. M. (2021). Mapeamento do ativo intangível nas companhias de capital aberto brasileiras: uma análise no nível de evidenciação e na representatividade. Revista Brasileira de Contabilidade, 248, Ano L, 23-35.

Cruz, C. V. O. A., & Lima, G. A. S. F. (2010). Reputação corporativa e nível de disclosure das empresas de capital aberto no Brasil. Revista Universo Contábil, 6(1), 85-101. DOI: 10.4270/ruc.20106

Czarniecki, J. A., & Ribeiro, F. (2019). A influência do grau de intangibilidade nos indicadores econômico-financeiros das empresas listadas na B3. Revista de Auditoria, Governança e Contabilidade, 7(29), 107-120.

Czarniecki, D., & Toole, A. (2014). Proteção de patentes, incerteza de mercado e investimento em P&D. A Revista de Economia e Estatística, 93(1), 147-159.

Dantas, J. A., Zendersky, H. C., Santos, S. C., & Niyama, J. K. (2005). A dualidade entre os benefícios do disclosure e a relutância das organizações em aumentar o grau de evidenciação. Revista Economia & Gestão, 5(11), 56-76.

Decker, F., Ensslin, S. R., Reina, D. R. M., & Reina, D. (2013). A relação entre os ativos intangíveis e a rentabilidade das empresas listadas no Índice Bovespa. Revista Reuna, 18(4), 75-92.

Diniz Filho, J. W. F., & Damasceno, M. S. (n.d.). A evidenciação do ativo intangível em empresas maranhenses. Revista de Auditoria, Governança e Contabilidade, 5(20), 1-15.

Duarte, J. S. S., & Carmo, C. H. S. (n.d.). O relacionamento do disclosure de gestão de riscos corporativos no gerenciamento de resultados em empresas do novo mercado na B3. Brazilian Journal of Quantitative Methods Applied to Accounting, 9(1), 130-151.

Edvinsson, L., & Malone, M. S. (1998). Capital intelectual: descobrindo o valor real de sua empresa pela identificação de seus valores internos. São Paulo: Makron Books.

Elshandidy, T., & Neri, L. (n.d.). Governança corporativa, práticas de divulgação de riscos e liquidez de mercado: evidências comparativas do Reino Unido e da Itália. Governança Corporativa: Uma Revisão Internacional, 23(4), 331-356.

Elshandidy, T., Neri, L., & Guo, Y. (2018). Determinants and impacts of risk disclosure quality: Evidence from China. Journal of Applied Accounting Research, 19(4), 518-536. DOI: 10.1108/JAAR-07-2016-0066

Ferla, R., Muller, S. H., & Klann, R. C. (2019). Influência dos ativos intangíveis no desempenho econômico de empresas latino-americanas. Brazilian Review of Finance, 17(1), 35-50. DOI: 10.12660/rbfin.v17n1.2019.63869

Fernandes Jr, O., & Oliveira, E. (2007). A inovação faz a diferença: Como o Brasil pode tirar melhor proveito das pesquisas tecnológicas. Revista Desafios, Ano I, edição 02.

Fernandes, F. C., Souza, J. A. L., & Faria, A. C. (2010). Evidenciação de riscos e captação de recursos no mercado de capitais: Um estudo do setor de energia elétrica. Contabilidade, Gestão e Governança, 13(1), 59-73.

Gharbi, S., Sahut, J. M., & Teulon, F. (2014). R&D investments and high-tech firms' stock return volatility. Technological Forecasting and Social Change, 88, 306-312. DOI: 10.1016/j.techfore.2013.10.006

Girardi, B. K., Segalin, B. D., & Toigo, L. A. (2020). Análise do disclosure voluntário antes e após escândalos de corrupção em uma companhia de capital aberto brasileira. In Congresso Anpcont XIV, Foz do Iguaçu/PR.

Gomes, H. B., Gonçalves, T. J. C., & Tavares, A. L. (2020). Intangibilidade e o valor da empresa: Uma análise do mercado acionário brasileiro. Revista Catarinense da Ciência Contábil, 19, 1-17. DOI: 10.16930/2237-766220203045

Gomes, P. H. V., Ferreira, J. H. M., De Luca, M. M. M., & Ponte, V. M. R. (2013). Análise do nível de adesão ao disclosure do risco operacional pelos bancos com ações negociadas na BM&FBovespa. Revista Razão Contábil & Finanças, 3(1), 1-20.

Hendriksen, E. S., & Van Breda, M. E. (2009). Teoria da contabilidade (5ª ed.). Atlas.

Kaplan, R. S., & Norton, D. P. (1997). A estratégia em ação: Balanced scorecard. Rio de Janeiro: Editora Campus.

Kayo, E. K. (2002). A estrutura de capital e o risco das empresas tangível e intangível-intensivas: Uma contribuição ao estudo da valoração de empresas (Tese de doutorado, Universidade de São Paulo).

Kayo, E. K., Kimura, H., Martin, D. M. L., & Nakamura, W. T. (2006). Ativos intangíveis, ciclo de vida e criação de valor. Revista de Administração Contemporânea, 10, 73-90. DOI: 10.1590/S1415-65552006000300005

Kayo, E. K., Kimura, H., Basso, L. F. C., & Krauter, E. (2020). Os fatores determinantes da intangibilidade. RAM. Revista de Administração Mackenzie, 7, 112-130. DOI: 10.1590/1678-69712006/administracao.v7n3p112-130

Kayo, E. K., & Famá, R. (2004). A estrutura de capital e o risco das empresas tangível-intensivas e intangível-intensivas. RAUSP Management Journal, 39(2), 164-176.

Klann, R. C., Popik, F., Kreuzberg, F., & Salla, N. G. (2014). Fatores relacionados ao nível de divulgação de ativos intangíveis após a adoção das IFRS por empresas do IGC da BM&FBovespa. Revista Catarinense da Ciência Contábil, 13(38), 37-51.

Klann, R. C., Kreuzberg, F., & Beck, F. (2014). Fatores de risco evidenciados pelas maiores empresas listadas na BM&FBovespa. Revista de Gestão Ambiental e Sustentabilidade, 3(3), 78-89. DOI: 10.5585/geas.v3i3.95

Leite, D. U., & Pinheiro, L. E. T. (2014). Disclosure de ativo intangível: Um estudo dos clubes de futebol brasileiros. Enfoque: Reflexão Contábil, 33(1), 89-104. DOI: 10.4025/enfoque.v33i1.21400

Lev, B. (2001). Intangíveis: Gestão, medição e relatórios. Brookings Institution Press.

Linsley, P. M., & Shrives, P. J. (2006). Risk reporting: A study of risk disclosures in the annual reports of UK companies. The British Accounting Review, 38(4), 387-404. DOI: 10.1016/j.bar.2006.05.002

Lourenço, V. H. N. R. (2023). Evidenciação de ativos intangíveis: Influência da governança corporativa em empresas de tecnologia da B3. Revista de Contabilidade da UFBA, 16(1), e2141. DOI: 10.9771/rcufba.v16i1.54919

Machado, J. H., & Famá, R. (2011). Ativos intangíveis e governança corporativa no mercado de capitais brasileiro. Revista Contemporânea de Contabilidade, 8(16), 89-109. DOI: 10.5007/2175-8069.2011v8n16p89

Mafra, J. O., Cunha, J. Q. M., Fully, R. M. P., & Santos, R. B. (2021). Alavancagem financeira como estratégia de tax aggressiveness: Um estudo em instituições financeiras. Revista Liceu On-Line, 11(1), 95-118.

Magro, C. B. D., Silva, A. D., Padilha, D., & Klann, R. C. (2017). Relevância dos ativos intangíveis em empresas de alta e baixa tecnologia. Nova Economia, 27, 609-640. DOI: 10.1590/0103-6351/3214

Mantovani, E., & Santos, F. A. (2015). A contabilização do ativo intangível nas 522 empresas listadas na BM&FBovespa. Innovation & Management Review, 11(4), 310-328. DOI: 10.11606/rai.v11i4.110252

Mapurunga, P. V. R., Ponte, V. M. R., & Holanda, A. P. (2014). Fatores explicativos da aderência das firmas brasileiras ao disclosure relativo às informações por segmento. Enfoque: Reflexão Contábil, 33(1), 53-69. DOI: 10.4025/enfoque.v33i1.20743

Meira, J. M., Kumasaka, J. M. V. C., & Nogueira, L. G. (2023). Disclosure dos objetivos de desenvolvimento sustentável: um estudo das barreiras e facilitadores. Desafio Online, 12(1), 1-26. DOI: 10.55028/don.v12i1.17626

Melo, H. P. A., & Leitão, C. R. S. (2018). Disclosure do risco operacional nas instituições bancárias listadas na BM&FBovespa. Revista Ambiente Contábil, 10(1), 223-238. DOI: 10.21680/2176-9036.2018v10n1ID10061

Miihkinen, A. (2012). O que impulsiona a qualidade da divulgação de riscos da empresa?: o impacto de um padrão nacional de divulgação e incentivos de relatórios sob IFRS. The International Journal of Accounting, 47(4), 437-468.

Mota, A. F., de Freitas Brandão, I., & Ponte, V. M. R. (2016). Disclosure e materialidade: evidências nos ativos intangíveis dos clubes brasileiros de futebol. Race: Revista de Administração, Contabilidade e Economia, 15(1), 175-200. DOI: 10.18593/race.v15i1.6326

Moura, G. D. D., Varela, P. S., & Beuren, I. M. (2014). Conformidade do disclosure obrigatório dos ativos intangíveis e práticas de governança corporativa. RAM. Revista de Administração Mackenzie, 15, 140-170. DOI: 10.1590/1678-69712014/administracao.v15n5p140-170

Moura, G. D., Dalchiavon, A., Scheren, G., & Zanin, A. (2019). Competitividade de mercado e nível de intangibilidade: análise em empresas brasileiras de capital aberto. Revista de Pesquisa de Estudos Futuros: Tendências e Estratégias, 1, 65-83. DOI: 10.24023/FutureJournal/2175-5825/2019.v11i1.343

Ntim, C. G., Lindop, S., & Thomas, D. A. (2013). Governança corporativa e relatórios de risco na África do Sul: Um estudo sobre divulgações de riscos corporativos nos períodos pré e pós-crise financeira global de 2007/2008. Revisão Internacional de Análise Financeira, 30, 363-383.

Pacheco, J., & Rover, S. (2021). Relevância da natureza dos ativos intangíveis das companhias abertas para o mercado acionário brasileiro. Revista Universo Contábil, 16(2), 67-86. DOI: 10.4270/ruc.2020211

Pamplona, E., Fiirst, C., Haag, S., & Silva, M. Z. (2020). Nível e determinantes de evidenciação de riscos em empresas brasileiras do setor de energia elétrica listadas na BM&FBovespa. ConTexto-Contabilidade em Texto, 20(45), 19-33.

Perez, M. M., & Famá, R. (2006). Ativos intangíveis e o desempenho empresarial. Revista Contabilidade & Finanças, 17, 7-24. DOI: 10.1590/S1519-70772006000100002

Rebonatto, C., Ascari, C., Dos Santos, L. A. C., Mazzioni, S., & Dal Magro, C. B. (2020). Influência da intangibilidade e da responsabilidade social corporativa na geração de valor adicionado. Revista Mosaicos: Estudos em Governança, Sustentabilidade e Inovação, 2(1), 72-88.

Rodrigues, A. C., Vieira, E. C., & Comunelo, A. L. (2018). Evidenciação dos ativos intangíveis sob a ótica das normas internacionais de contabilidade. Revista de Ciências Empresariais da UNIPAR, 19(2), 161-183.

Rody, P. H. A., Fioresi de Sousa, A., Roozevelt de Souza, T., & Maximiano Reina, D. R. (2020). Rentabilidade e disclosure voluntário das empresas acionárias brasileiras. Contextus: Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 18, 264-274. DOI: 10.19094/contextus.2020.44593

Ross, C. H., Padilha, A. C. M., & Sartoretto, C. R. (2024). O papel dos recursos na estratégia de expansão de uma cooperativa de crédito. Revista de Economia e Sociologia Rural, 62(1), 1-19. DOI: 10.1590/1806-9479.2022.265977

Russo, S. L., Silva, M. B. D., & Santos, V. M. L. (2018). Propriedade intelectual e gestão de tecnologias. Aracaju: Associação Acadêmica de Propriedade Intelectual.

Sá, C. B. (2023). Disclosure da amortização de ativos intangíveis: um estudo da conformidade nas empresas de TI listadas na B3. Revista Foco, 16(6), e2261. DOI: 10.54751/revistafoco.v16n6-077

Sant Ana, R. P., Carvalho, L., & Ribeiro, K. C. S. (2022). Intangibilidade, internacionalização e desempenho: uma análise para empresas brasileiras. Revista Eletrônica de Negócios Internacionais: Internext, 17(3), 382-397. DOI: 10.18568/internext.v17i3.674

Santana, L. G. N., Santos, J. A., Martinez, M. P., & Moura-Leite, R. C. (2018). Práticas do disclosure voluntário socioambiental em cooperativas agropecuárias brasileiras. Revista de Administração da Universidade Federal de Santa Maria, 11(2), 812-825. DOI: 10.5902/19834659 32504

Santos, E. S., Ponte, V. M. R., & Mapurunga, P. V. R. (2014). Adoção obrigatória do IFRS no Brasil (2010): índice de conformidade das empresas com a divulgação requerida e alguns fatores explicativos. Revista Contabilidade & Finanças, 25, 161-176. DOI: 10.1590/S1519-70772014000200006

Santos, J. G. C. D., & Coelho, A. C. (2018). Value-relevance do disclosure: fatores e gestão de riscos em firmas brasileiras. Revista Contabilidade & Finanças, 29, 390-404. DOI: 10.1590/1808-057x201806150

Santos, R. F., Silva Júnior, F. J., Costa Santos, M. I., & Leite Filho, P. A. M. (2019). Fatores determinantes no disclosure do capital intelectual das empresas brasileiras. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 16(3), 107-123. DOI: 10.21446/scg_ufrj.v0i0.41591

Schnorrenberger, D. (2004). Considerações gerais sobre ativos intangíveis. Revista Contemporânea de Contabilidade, 1(2), 1-14. DOI: https://doi.org/10.5007/%x

Silva, D. P. L., Viana, A. O. B., Albuquerque Filho, A. R., & Vasconcelos, A. C. (2022). Ativos intangíveis e inter-relações com o disclosure de risco das empresas financeiras listadas na B3. In: XXII USP International Conference in Accounting. Anais… São Paulo.

Silva, F. F., Azevedo, Y. G. P., Fonsêca, E. H. A., & Gomes, A. M. (2021). Atributos de governança corporativa determinantes do disclosure de capital intelectual em empresas brasileiras. RGC - Revista de Governança Corporativa, 5(2), 75-105. DOI: 10.21434/IberoamericanJCG.v5i2.35

Silva, P. J. P., Albuquerque Filho, A. R., Vasconcelos, A. C., Garcia, E. A. R., & Soares, M. F. (2024). Intangibilidade e risco sistemático nas empresas mais inovadoras do Brasil. Revista Ambiente Contábil, 16(1), 109-134. DOI: 10.21680/2176-9036.2024v16n1ID31332

Souza, D., Fagundes, E., Monteiro, J. J., Rengel, R., & Constante, F. (2020). Evidenciação dos ativos intangíveis pelas empresas de Tecnologia da Informação da B3. Race - Revista de Administração, Contabilidade e Economia, 19(2), 317-334. DOI: 10.18593/race.20861

Souza, M. M. D., & Borba, J. A. (2016). Value relevance vis-a-vis disclosure on business combinations and goodwill recognized by publicly traded Brazilian companies. Revista Contabilidade & Finanças, 28, 77-92. DOI: 10.1590/1808-057x201703240

Souza, P. V. S., & Almeida, S. R. V. (2017). Fatores relacionados ao nível de disclosure das companhias brasileiras de capital aberto listadas na BM&FBovespa. Revista Universo Contábil, 13(2), 166-186. DOI: 10.4270/ruc.2017214

Stewart, T. A. (1997). Intellectual capital: The new wealth of organizations. New York: Doubleday.

Sveiby, K. E. (1997). The new organizational wealth: Managing and measuring. San Francisco: Berrett-Koehler.

Thives Junior, J. J. (2020). Ativos intangíveis na sociedade do conhecimento e da informação. Revista Rh Visão Sustentável, 2(4), 167-178.

Vasconcelos, R. B. B., & Santos, J. F. (2022). A relação entre a divulgação de inovação e assimetria de informação no Brasil. Future Studies Research Journal: Trends and Strategies, 14(1), e0489-e0489. DOI: 10.24023/FutureJournal/2175-5825/2022.v14i1.489

Zago, C., Mello, G. R., & Rojo, C. A. (2015). Influência dos ativos intangíveis no desempenho das empresas listadas no índice Bovespa. Revista de Finanças e Contabilidade da UNIMEP, 2(2), 92-107.

Published

2025-09-18

Issue

Section

Artigos