Resumo: <br>Avaliação toxicogenética, imunomodulatória e apoptótica do IR-04 em associação com a cisplatina, ciclofosfamida e doxorrubicina. PECIBES, supl.1, 17, 2015

  • Fabrícia Paniago Ajala Nery Pereira
  • Ingridhy Ostaciana Maia Freitas da Silveira
  • Cristiane Regina Winck
  • Claudia Rodrigues Berno
  • Flavio Henrique Araujo
  • Andréia Conceição Milan Brochado Antoniolli-Silva
  • Antônio Carlos Duenhas Monreal
  • Roberto da Silva Gomes
  • Rodrigo Juliano Oliveira

Resumo

Apesar dos grandes avanços desenvolvidos tanto para detecção precoce quanto opções de tratamento do câncer, a mortalidade da doença ainda permanece alta. Uma das estratégias para o reduzir alguns tipos de câncer é o uso de antiinflamatórios e/ou antioxidantes. Derivados das pirazolonas provaram nos últimos anos possuir atividade anticâncer, antiinflamatória e antioxidante. A 4-aminoantipirina é um dos compostos do grupo das pirazolonas e dentre diversas atividades biológicas já descritas, possui atividade anti-inflamatória e seus derivados são muito promissores em tratamentos com células tumorais. Vista a importância biológica foi sintetizado o ácido da 4-aminoantipirina (1,4-dioxo- butenil) propondo a síntese de um novo composto, o IR-04 da-aminoantipirina. A presente pesquisa avaliou os efeitos genotóxicos, mutagênicos, imunomodulatórios e apoptóticos do composto nas concentrações 12, 24 e 48mg/kg em camundongos Swiss machos tratados ou não com Doxorrubicina, Cisplatina e Ciclofosfamida. Os dados da presente pesquisa indicaram que o composto não é tóxico visto que não é genotóxico e nem mutagênico. Isso sugere segurança em seu uso, visto que não causa alterações no DNA que podem correlacionar-se ao desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas como é o caso do câncer. Os resultados ainda sugerem que o composto possui uma melhor atividade antigenotóxica do que antimutagênica.
Publicado
2017-09-19