MEMÓRIAS HOMO-BIOGRÁFICAS DA EXTERIORIDADE
SILVIANO SANTIAGO E AS SUAS/NOSSAS MIL ROSAS ROUBADAS
Resumo
Este trabalho tem por objetivo (re)ler o romance Mil rosas roubadas (2014) de Silviano Santiago a partir, essencialmente, do conceito de memória não enquanto lembrança, mas como esquecimento. Para isso, me utilizo de uma metodologia eminentemente bibliográfica assentada na Crítica biográfica fronteiriça que, em linhas gerais, congrega tanto os Estudos Pós-coloniais quanto os Crítico-biográficos. Proponho, nesse sentido, trabalhar as discussões memorialísticas com base não no ato de lembrar, mas no de esquecer ao passo que me valho das minhas/nossas Mil rosas roubadas para ilustrar as reflexões corroboradas.
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Publicado
2020-02-25
Edição
Seção
Dossiê: Estudos Fronteiriços
