A ESCUTA, O OLHAR E A PRÁTICA DOCENTE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Publicado 17/09/26
Palavras-chave
- Educação Infantil,
- Inclusão escolar,
- Prática docente,
- Família,
- Educação Especial
Resumo
Este relato de experiência apresenta reflexões construídas a partir da atuação docente na Educação Infantil inclusiva, com crianças de dois anos de idade. O estudo aborda os desafios e possibilidades encontrados no cotidiano escolar diante das diferentes necessidades relacionadas ao desenvolvimento, à comunicação e à interação das crianças. Tem como objetivo refletir sobre a importância do olhar sensível do professor, da observação pedagógica e da articulação entre escola, família e serviços especializados da Semed para garantir os direitos das crianças público-alvo da Educação Especial. A experiência evidencia que práticas inclusivas exigem escuta, planejamento, diálogo e ações colaborativas.
Referências
- BENITEZ, Priscila; GOMES, Máyra Laís de Carvalho; BONDIOLI, Ricardo; DOMENICONI, Camila. Mapeamento das estratégias inclusivas para estudantes com deficiência intelectual e autismo. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 22, n. 1, p. 81-93, 2017.
- BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 7 jul. 2015.
- BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2008.
- FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
- MANTOAN, Maria Teresa Eglér; LANUTI, José Eduardo de Oliveira Evangelista. A escola que queremos para todos. Curitiba: CRV, 2022.
- NÓVOA, António (Org.). Os professores e a sua formação. 2. ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1995.
- VYGOTSKY, Lev Semionovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.