METODOLOGIAS DECOLONIAIS: um museu de grandes novidades?
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v2i24.11699Resumo
O presente artigo discute a urgência de um fazer decolonial para o tempo presente, no plano existencial, científico, ético e político. Parte-se de uma crítica ao que chamamos de velho paradigma científico ocidental para avizinhar-se da ideia de uma scienza nuova, que tem por base a interpelação do saber-fazer científico clássico ocidental, que já não suporta sozinho a capacidade de lançar luz sobre fenômenos globais cada vez mais complexos. Em seguida, apresenta-se alguns traços do fazer-científico decolonial apontando seus pontos fortes e algumas críticas. Termina-se por situá-lo no contexto brasileiro.
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