DESVELANDO O MITO DA MODERNIDADE E A APOROFOBIA.
revelando outros rostos e saberes
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v1i31.23569Resumo
A reflexão crítica sobre a modernidade, identificada como mito, é o ponto de partida, utilizado por Dussel, para estabelecer a analética, práxis de reconhecimento do rosto do Outro e de luta por sua libertação. Em Dussel o rosto se constitui como encarnado. É o rosto do camponês sem-terra, do quilombola, do negro, da mulher, dos povos originários que sofrem com a invasão de seus territórios, e de todos e todas que, concretamente, são vítimas da colonialidade. Dessa maneira, a presente investigação tem por objetivo revelar a gênese das ideias que fundamentam o mito da modernidade, e o domínio aporófobo sobre o Outro, considerando-o pobre e, portanto, sem valor social para uma sociedade capitalista que se baseia nas relações de troca. Metodologicamente, utilizamos do que designamos de pedagogia desmascaradora, ou seja, uma análise dos mecanismos que fundamentam o mito da modernidade e das estratégias que se utiliza para estabelecer-se como “verdade”.
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