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AS RELAÇÕES SOCIAIS, HUMANAS E VIRTUAIS NA CONTEMPORANEIDADE: resenha do livro Corpo, arte e tecnologia de Eneida Maria de Souza, Antônio Luiz Assunção, Melissa Gonçalves Boechat

Adrielly Vilela, Milena Nolasco

Resumo


Na primeira epígrafe que dá início a este texto, temos o corpo mencionado por Drummond justamente em relação com a arte, e essa relação se encontra na concepção de que o corpo assim como a arte é algo inacabado. Ponto este que assim como o corpo se faz bastante pertinente no trabalho realizado por Eneida Maria de Souza, Antônio Luiz Assunção e Melissa Gonçalves Boëchat, em Corpo, arte e tecnologia. Na epígrafe seguinte, Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Dadi Carvalho compõem a canção “Dizem (quem me dera)”, em que brincam com a relação do homem com a tecnologia. O título do livro que resenharemos aqui, esta é outra relação que encontramos amplamente desenvolvida no decorrer de toda a obra, permitindo-nos refletir como, muitas vezes, essa relação pode ser desastrosa e artificial.


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Referências


ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. 1ª. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

ANTUNES, Arnaldo; MONTE, Marisa; CARVALHO. Dizem (quem me dera). São Paulo: Estúdio da Casa da Lua, 2013. CD/DVD. sp.

ASSUNÇÂO, Antônio Luiz; BOËCHAT, Melissa Gonçalves; SOUZA, Eneida Maria de. (Orgs). Corpo, arte e tecnologia. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2015.

DERRIDA, Jacques. Mal de arquivo: uma impressão Freudiana. Trad. Cláudia de Moraes Rego. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001.


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