CURADORIAS INDÍGENAS
Sobre a arte curandeira
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v2i26.17678Abstract
O artigo busca refletir sobre a atuação da curadoria indígena no cenário atual da arte brasileira, pela metáfora da cura das feridas coloniais, mostrando que a curadoria indígena integra a arte indígena contemporânea como movimento de insurgência decolonial (WALSH, 2013, p. 24- 25) decolonial. Ao entrar nos museus de arte pela mão da curadoria indígena, a arte indígena deixa de ser categorizada pelo “outro” e contempla a cosmologia impregnada na obra. Ao participar, igualmente, da arte urbana, a arte indígena expõe ao público narrativas e visualidades questionadoras, que desestruturam imagens sedimentadas pela hegemonia artística eurocêntrica. O artigo conclui que falar em decolonialidade no campo das artes é pensar em experiências que liberem as subjetividades e contribuam para a cura das marcas da colonização.
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