Língua e resistência - posicionamento ideológico
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v1i25.11955Resumo
O presente artigo parte de considerações de Volóchinov (2019) sobre língua e literatura a fim de refletir sobre a língua portuguesa de Angola, o processo de formação de palavras, uso de sufixos, os neologismos e empréstimos linguísticos de línguas nacionais. O objetivo é analisar como alguns autores angolanos do período colonial usaram a palavra como signo ideológico e recurso de resistência e refletimos as motivações dos autores do período colonial para esse posicionamento axiológico diante das possibilidades da língua.
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