Base Nacional Comum para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica: Uma Análise Crítica

Autores

  • Jucilene de Souza Ruiz

DOI:

https://doi.org/10.55028/gd.v6i01-24.17184

Resumo

Este artigo analisou elementos da Resolução CNE/CP n. 1, de 27 de outubro de 2020, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica, a partir da Pedagogia Histórico-Crítica, que se fundamenta no método Marxiano. Para a fundamentação teórica, utilizou-se estudos bibliográficos de Marx (2003), Mészáros (2005), Netto (2011), Duarte (2021), Martins (2010), Saviani (2021). Considerou-se que a BNC-Formação Continuada supervaloriza as pedagogias do “aprender a aprender”, que servem aos interesses dominantes, corroborando assim com a alienação dos indivíduos. Nessa perspectiva, é urgente se posicionar contra ideários que se colocam a favor de interesses de perpetuação da forma atual da sociedade. Se as concepções de formação continuada de professores direcionam-se ao esvaziamento de uma sólida formação, é necessário pensá-las de forma crítica.

Downloads

Publicado

2022-09-20

Como Citar

JUCILENE DE SOUZA RUIZ. Base Nacional Comum para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica: Uma Análise Crítica. Revista GESTO-Debate, [S. l.], v. 22, n. 01-31, 2022. DOI: 10.55028/gd.v6i01-24.17184. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/gestodebate/article/view/17184. Acesso em: 31 jan. 2026.