A escrita autobiográfica como literatura engajada em O grito da gaivota, de Emmanuelle Laborit

Autores/as

  • Antônio Wagner Veloso Rocha Universidade Estadual de Montes Claros
  • Bárbara Mont'alvão de Oliveira Universidade Estadual de Montes Claros

DOI:

https://doi.org/10.55028/sv88am12

Palabras clave:

autobiografia, literatura engajada, identidade surda, Emmanuelle Laborit

Resumen

Além de proporcionar o contato com a dimensão estética da linguagem escrita, a literatura também provoca reflexões e fornece ao leitor uma significativa contribuição à formação da consciência crítica ao tratar dos problemas referentes à sociedade e à própria condição humana. Desta forma, tendo como objeto de análise a obra autobiográfica O grito da gaivota (Le cris de la mouette) de Emmanuelle Laborit, escritora surda de origem francesa, o presente artigo propõe compreender a manifestação da identidade e da experiência das pessoas surdas, considerando-se o seu lugar no mundo e o seu convívio contínuo com um universo de silêncio, bem como com outras formas de comunicabilidade. Para tanto, será evidenciado o engajamento social apresentado pela autora a partir do texto literário.

Biografía del autor/a

  • Antônio Wagner Veloso Rocha, Universidade Estadual de Montes Claros

    .

  • Bárbara Mont'alvão de Oliveira, Universidade Estadual de Montes Claros

    .

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Publicado

2026-02-15