CORPO FICCIONAL E AS MARCAS DA CHANCHADA EM CINE HOLLIÚDY (2019)
DOI:
https://doi.org/10.55028/cesc.v1i29.18840Resumo
Diante de perspectivas teóricas sobre a arquitetura política do corpo, compreendemos uma aproximação entre o corpo/personagem ficcional e cinematográfico como constitutivo daquilo que é exterior a obra, bem como a relação da narrativa imagética com os entes fictícios. A verdade se materializa como se as imagens fossem transparentes. Nesse sentido, o corpo que se tornou objeto de análise e sujeito da História tem sua organização respaldada no atravessamento imagético entre a ficção e a realidade. Assim, como funcionam esses corpos cinematográficos? Falamos ou não de um personagem-pessoa? Sagrado e profano, esse corpo, interpelado pelas condições materiais, sujeito a negociações e conflitos, é também revestido por modos e subjetividades determinados. O corpo ficcional tem aqui sua materialidade na chanchada e esta se estrutura como marca do cinema tipicamente brasileiro. Cine Holliúdy (2019) formula uma linguagem metaficcional que retoma a chanchada como estrutura da própria narrativa, o que consideramos como “metachanchada”.
Palavras-chave: Corpo/personagem. Cinema. Chanchada.
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