CRIATIVIDADE EM JOGO E LINGUAGEM SIMBÓLICA: uma leitura sobre as influências no processo de aprendizagem
Palabras clave:
Criatividade em jogo. Linguagem Simbólica. Aprendizagem.Resumen
O presente estudo busca realizar uma leitura a respeito da influência da criatividade em jogos e da linguagem simbólica no processo de aprendizagem do aluno. Nesse sentido, cabe ressaltar que a Educação Física é uma ciência em busca de identidade, onde seus conteúdos ainda são trabalhados buscando o adestramento dos corpos sem preconizar a aprendizagem, apenas a eficácia. Acreditamos que o professor precisa realizar o encontro entre as ideias e os conteúdos, entre as subjetividades e a prática para que a aprendizagem do aluno seja significativa. Encontro esse que resulta na criatividade. A criatividade em jogos deve ser constante na prática do professor de Educação Física, pois não podemos mais trabalhar o jogo pelo jogo, sem objetivos além da técnica e sem olhar para nossos alunos.
Referencias
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. 3. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990.
FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 2. ed. Ed. Scipione, 1991.
FREIRE, João Batista; VENÂNCIO, Silvana. O jogo dentro e fora da escola. Autores Associados, 2005.
FREIRE, João Batista; DA COSTA LEITE, Denize A. R. Educação Física: processo disciplinar e processo transdisciplinar. Educação, 2008.
FREIRE, João Batista; GODA, Ciro. Fabrincando: as oficinas do jogo como proposta educacional nas séries iniciais do ensino fundamental. Movimento, v. 14, n. 1, p. 111-134, 2008.
FURLANETO, Ecleide Cunico. Símbolo. In: FAZENDA, Ivani et al. Dicionário em construção: Interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez, 2001.
GARCIA, Juliane. A recreação enquanto elemento norteador no processo de socialização da 4ª série A do Ensino Fundamental da escola. Revista eletrônica de Educação Física, Uniandrade, 2010.
GOMES, Rolfi Cintas et al. Teorias de aprendizagem: pré-concepções de alunos da área de exatas do ensino superior privado da cidade de São Paulo. Ciência & Educação, v. 16, n. 3, p. 695-708, 2010.
HUIZINGA, J. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2001.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. Perspectiva, v. 12, n. 22, p. 105-128, 1994.
MAY, Rollo. A coragem de criar. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.
MCHAELIS ONLINE. Dicionário de Língua Portuguesa. 2014.
RICOEUR, Paul. Interpretação e ideologias. 4. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990.
ROJAS, Jucimara. A percepção do humano e a linguagem do símbolo: atributos da fenomenologia. In: MELLO, Lucrécia Stringhetta; ROJAS, Jucimara (Orgs.). Educação, Pesquisa e Prática Docente em Diferentes Contextos. Campo Grande: Life, 2012.
SOARES, Adriana Lúcia de Oliveira. O Jogo não é brincadeira. Pós-Graduação em psicomotricidade, Universidade Cândido Mendes, Niterói, 2009.
SOUZA, Tânia Maria Filu. Psicomotricidade no desenvolvimento de competências acadêmicas. Pós-Graduação em Psicopedagogia, Universidade Católica Dom Bosco, 2012.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos da Declaração de Direito Autoral da Revista Diálogos Interdisciplinares - GEPFIP:a) permitem a reprodução total dos textos, desde que se mencione a fonte.
b) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional;
c) autorizam licenciar a obra com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista;
d) responsabilizam-se pelas informações e pesquisas apresentadas nos textos a serem publicados na Revista Diálogos Interdisciplinares, eximindo a revista de qualquer responsabilidade legal sobre as opiniões, ideias e conceitos emitidos em seus textos;
e) comprometem-se em informar sobre a originalidade do trabalho, garantindo à editora-chefe que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s), quer seja no formato impresso ou no eletrônico;
f) autorizam à Revista Diálogos Interdisciplinares efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical com vistas a manter o padrão normativo da língua e apresentarem o padrão de publicação científica, respeitando, contudo, o estilo dos autores e que os originais não serão devolvidos aos autores;
g) declaram que o artigo não possui conflitos de interesse.