PHILOSOPHY - DECOLONIALITY - AND COMPLEXITY, WHAT PLACE DO THEY OCCUPY IN EDUCATIONAL INSTITUTIONS TODAY?
Abstract
In the complex planetary decolonial project, we uphold the triad of philosophy, decoloniality, and complexity as our objective of inquiry to answer the question: What place do they occupy in educational institutions today? Therefore, we turn to transmethodologies with rhizomatic deconstruction, where rhizome, decoloniality, complexity, transepistemes, and transdisciplinarity converge in this very special task. In rhizomatic reconstruction, we continue philosophizing on the initial questions: What is being? Does God exist? What is human being? Where is happiness? What is beyond death? Oh science devoid of truth, how much you have contributed to humanity, and at the same time how wrong many of your bearers of pride and unworthiness have been! You have lacked fear of God, you have lacked support, Arché, and wisdom. How much we long for a way of life today, in which philosophy is responsible for discussing the interweaving of globalist positions against human nature! It is the longed-for wisdom that philosophy pursues, but which has lost its way, and which today has remained in the yellowed pages of books that tell us how far we need to go to act wisely; oh wisdom! In that "I only know that I know nothing!" inherited by Plato, we live wonderfully in the pursuit of knowledge; in which we yearn, like Solomon, for the longed-for wisdom. We have the right to make our contributions visible and a worthy philosophy full of great contributions; to do this, defending this right is paramount. But do we believe we can do it, that we deserve it? The struggles for a Latin American philosophy, one of liberation, are immense, and it would be well worth dedicating time in education to its transcendence, in the spirit of recovering a patriotic education, our own authentic one, respectful of the diverse ways of philosophizing.
Published
2025-12-28
Section
ARTIGOS
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e) comprometem-se em informar sobre a originalidade do trabalho, garantindo à editora-chefe que a contribuição é original e inédita e que não está em processo de avaliação em outra(s) revista(s), quer seja no formato impresso ou no eletrônico;
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g) declaram que o artigo não possui conflitos de interesse.
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