Brasil, o país do jeitinho e da gambiara nacional
DOI:
https://doi.org/10.46401/ardh.2022.v14.16195Palavras-chave:
história, cultura, design, estudos culturais, políticaResumo
No Brasil, estamos acostumados a improvisar. Permanentemente, damos “um jeitinho”, buscamos alternativas na política, nas vidas, nas moradias. Este número de albuquerque: revista de história trata do designer em suas múltiplas perspectivas, mas principalmente do designer social. Em sua raiz, o conceito de designer refere-se à criação de objetos, ambientes, obras funcionais e estéticas que acompanhem as demandas do capitalismo e da produção industrial. No Brasil, inicialmente, essa disciplina foi chamada de desenho industrial. Enquanto o design industrial busca a melhoria da aparência do produto com vistas a agradar o consumidor por meio de formas, cores e ornamentações, o design social é uma ferramenta para a construção de um mundo mais inclusivo, pensado em suas dimensões social, cultural, ecológica e de sustentabilidade.
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