Artigo Original: <br> Associação de células-tronco mesenquimais com scaffold de colágeno para indução condrogênica. PECIBES, 1, 13-20, 2015.

  • Bruno Paiva dos Santos Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
  • Maiele Dornelles Silveira Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
  • Renata Guarani Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
  • Luciana Fraga da Costa Diesel Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
  • Patrícia Sesterheim Fundação Estadual de Produção e Pesquisa do Rio grande do Sul, Porto Alegre/RS, Brasil
  • Magno da Silva Marques Universidade Federal do Rio Grande - FURG, Rio Grande/RS, Brasil
  • Ana Paula Horn Universidade Federal do Rio Grande - FURG, Rio Grande/RS, Brasil
  • Nance Beyer Nardi Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)
  • Melissa Camassola Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Resumo

As células-tronco mesenquimais estão presentes em todo o organismo, possuem grande plasticidade e são candidatas para aplicação clínica em terapias de regeneração tecidual. Na engenharia de tecidos, vários scaffolds biodegradáveis tridimensionais são usados como substitutos artificiais para a matriz extracelular.  O biomaterial colágeno, disponível comercialmente, contém uma matriz composta de esponja de colágeno altamente porosa e permite a adesão celular. O reparo de lesões em cartilagem articular é uma preocupação na Medicina devido a sua limitada capacidade de autorrenovação. O objetivo deste estudo é avaliar a resposta de células-tronco mesenquimais derivadas de tecido adiposo (do inglês, Adipose Derived Stem Cells - ASCs) a um scaffold a base de colágeno, cultivar este construto em diferentes condições in vitro e analisar histologicamente a capacidade condrogênica após implantação in vivo. As ASCs foram associadas a um scaffold comercial de colágeno Tipo I-III e cultivadas durante 4 e 6 semanas em meio de cultura completo e em meio de diferenciação condrogênica. A associação do biomaterial com as ASCs foi analisada in vitro e, em seguida, este construto foi implantado na região subcutânea de camundongos. As ASCs tiveram alta taxa de adesão e proliferação quando associadas ao colágeno na densidade de 1,28 x106 células/cm3. A análise histológica dos construtos após serem implantados in vivo revelou que o fenótipo condrogênico aparece após a implantação e há uma menor vascularização nos grupos induzidos a diferenciação condrogênica durante 4 e 6 semanas. Nossos resultados sugerem que o construto ASCs-scaffold colágeno possui potencial condrogênico em ambiente fisiológico.

Biografia do Autor

Bruno Paiva dos Santos, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Maiele Dornelles Silveira, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Renata Guarani, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Luciana Fraga da Costa Diesel, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Nance Beyer Nardi, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Melissa Camassola, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Aplicada à Saúde Universidade Luterana do Brasil (ULBRA)

Laboratório de Células-tronco e Engenharia de Tecidos

Área: terapia celular e engenharia de tecidos

Publicado
2015-11-27