Narrar vidas, sem pudor e sem pecado
as carnes como espaço de inscrição do texto biográfico ou como uma biografia ganha corpo
DOI:
https://doi.org/10.46401/ardh.2020.v12.12157Palavras-chave:
desejo, corpo, Roland Barthes, escrita biográficaResumo
A partir de diálogos estabelecidos com obra Roland Barthes por Roland Barthes (2017), o presente artigo aborda a potência carnal que corporifica a escrita biográfica. Trata-se, então, de refletir sobre a aproximação entre carne e letra, apontando os espaçamentos entre elas, sobretudo no momento de escrever a biografia histórica de uma trajetória que habitou fora do texto. Assim, o debate aqui apresentado se interessa em trazer à tona, para a escrita biográfica, a dimensão espaço temporal e carnal da existência.
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Referências
BARTHES, Roland. Michelet. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
BARTHES, Roland. Roland Barthes por Roland Barthes. 2 ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2017.
BARTHES, Roland. Sade, Fourier, Loyola. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
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