Rojo Amanecer
Lenguajes, memorias y resistencias del 2 de octubre de 1968 en México
DOI:
https://doi.org/10.46401/arec.2025.v17.23459Palabras clave:
Latinoamérica, cinema, memoria, movimento estudiantilResumen
El 2 de octubre de 1968, la sociedad mexicana quedó conmocionada por la Masacre de la Plaza de las Tres Culturas en Tlatelolco. Este traumático suceso repercutió en todo México, y este artículo presenta un ensayo sobre la película Rojo Amanecer (1990), destacando las relaciones entre memoria, trauma y resistencia. Analizaremos las similitudes entre los Estudios Culturales y el cine, el contexto mexicano de 1968, la producción y el impacto de Rojo Amanecer en las políticas de memoria y resistencia cultural que este suceso, ocurrido el 2 de octubre de 1968, ha mantenido en la sociedad mexicana hasta la actualidad.
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