Política de uso de IA

A revista reconhece a relevância do uso da Inteligência Artificial Generativa (IAG) na pesquisa acadêmica. No entanto, é fundamental que seu uso seja transparente e responsável. Nesse sentido, autores(as), editores(as) e revisores(as) devem declarar a ferramenta utilizada e sua finalidade. Recomenda-se a observância das diretrizes nacionais do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, intituladas “Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial” (Vech et al., 2026).

Diretrizes para Autores(as)

Os(as) autores(as) devem declarar, de forma explícita e transparente, o uso de ferramentas de IAG em qualquer etapa do desenvolvimento da pesquisa, incluindo a concepção do estudo, a análise de dados, a redação, a tradução, a revisão textual e a submissão do manuscrito. A declaração deve indicar a ferramenta utilizada, sua finalidade e a extensão de sua aplicação, conforme a Portaria nº 2.664, de 6 de março de 2026. As ferramentas de IAG não podem ser reconhecidas como autoria ou coautoria científica, cabendo aos(às) autores(as) a responsabilidade pela originalidade, integridade e adequação ética do manuscrito.

Diretrizes para Editores(as)

As ferramentas de IAG podem ser utilizadas em atividades de apoio editorial, como verificação de similaridade, detecção de plágio, revisão linguística, padronização normativa e organização do fluxo editorial. No entanto, as decisões editoriais relacionadas à avaliação científica, à aceitação, à revisão ou à rejeição dos artigos devem ser de responsabilidade exclusiva de editores(as) humanos(as). Compete à equipe editorial garantir a transparência no uso de ferramentas de IAG e assegurar a integridade científica do processo editorial. A omissão de informações, quando identificada, poderá resultar na rejeição imediata do manuscrito ou na retratação do artigo publicado.

Diretrizes para Revisores(as)

Os(as) revisores(as) devem conduzir a avaliação dos manuscritos com autonomia intelectual, rigor científico e confidencialidade, sem delegar pareceres ou análises a ferramentas de IAG. É vedado o upload, o compartilhamento ou a inserção de manuscritos em plataformas de IAG durante o processo de avaliação. O objetivo é preservar a confidencialidade, os direitos autorais e a integridade do processo editorial. Quaisquer indícios de uso inadequado de ferramentas de IAG devem ser comunicados à equipe editorial.