Cícero e Boécio: educadores e intelectuais

Autores

  • Terezinha Oliveira

Resumo

Neste texto apresentamos um estudo das obras Do sumo bem e do sumo mal de Cícero (106 – 46 a. C.) e A consolação da Filosofia de Boécio (480 – 524 d. C.). Essas obras representaram, cada qual em seu tempo, a percepção desses educadores em relação à formação do indivíduo. Foram autores utilizados como referência em períodos posteriores e, ainda atualmente, é possível compreender porque são considerados clássicos. Em Cícero, a retórica está associada à sua concepção de bem supremo e virtude. Boécio indica a Filosofia como fonte de sabedoria e principia o vínculo entre razão e fé que caracterizará a escolástica no medievo. Por meio do estudo destes dois clássicos pretendemos, no âmbito da história da educação, abordar valores sociais essenciais e atemporais – reconhecer necessidades e valores humanos que perpassam as diferentes circunstâncias históricas. Ressaltamos, também, a necessidade do estudo das obras clássicas na formação docente como forma de estender o pensamento e o conhecimento para além daquilo que é imediato e utilitário no campo educacional.

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Biografia do Autor

  • Terezinha Oliveira

    Professora Doutora do curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá.

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Publicado

2016-11-04

Como Citar

OLIVEIRA, Terezinha. Cícero e Boécio: educadores e intelectuais. InterMeio: Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação - UFMS, [S. l.], v. 16, n. 31, 2016. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/intm/article/view/2437. Acesso em: 30 jan. 2026.