Escuela, Juventud y formación en las políticas de Educación Secundaria
DOI:
https://doi.org/10.55028/rwbm4w19Palabras clave:
Educación Secundaria; Políticas Educativas; Formación; JuventudResumen
Para analizar la educación de las nuevas generaciones en Brasil, utilizamos las definiciones de juventud presentes en la literatura sobre educación secundaria y en los documentos que regulan las políticas federales para atender las necesidades educativas de las personas en este grupo de edad, como el Estatuto de la Juventud y la BNCC (Base Curricular Nacional Común). Los datos obtenidos mediante este procedimiento han servido como referencia para la reflexión sobre las tendencias en las políticas de educación secundaria, en particular aquellas que combinan la escuela, la tecnología y la formación profesional, convirtiendo la educación predominantemente en preparación para la vida adulta, descuidando su dimensión formativa. Esta reflexión se realizó con base en los escritos de Herbert Marcuse, Max Horkheimer, Theodor Adorno y Walter Benjamin sobre educación, participación estudiantil y formación.
Descargas
Referencias
ABRAMO, Helena Wendel. Condição juvenil no Brasil contemporâneo. In: ABRAMO, Helena Wendel; BRANCO, Pedro Paulo Martoni (org.). Retratos da juventude brasileira. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo / Instituto Cidadania, 2005, p. 37-72.
ADORNO, Theodor W. Engagement. In: _____. Notas de literatura. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1991, p. 51-71.
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1995.
ADORNO, Theodor W. Teoria da pseudocultura: In: GIOVINAZZO JR. Carlos A.; MINHOTO, Maria Angélica P.; SASS, Odair (org.). Educação e tecnologia, na sociedade administrada. Curitiba: Appris, 2024, p. 183-208.
BALL, Stephen J. Educação Global S.A: novas redes políticas e o imaginário neoliberal. Ponta Grossa: Editora da UEPG, 2014.
BENJAMIN, Walter. La reforma escolar: un movimiento cultural. In: _____. Metafísica de la juventud. Barcelona: Paidós Ibérica, 1993, p. 47-52.
BORGES, Luís Paulo Cruz. O futuro da escola: uma etnografia sobre a relação dos jovens com o conhecimento escolar. Revista Docência e Cibercultura, v. 2, n. 3, 2019, p. 167-168, 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
CLAPARÈDE, Édouard. A escola sob medida. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959.
COSTA, Crisolita G. dos Santos. BNCC, flexibilização curricular e protagonismo juvenil: movimentos atuais de “construção” do Ensino Médio brasileiro, a partir da lei 13.415/2017. Margens – Revista Interdisciplinar. Dossiê Diálogos em Educação, v. 14, n. 23, dez-2020, p. 43-60.
DAYRELL, Juarez. A escola “faz” as juventudes? Reflexões em torno da socialização juvenil. Educação & Sociedade. Campinas, v. 28, n. 100, 2007, p. 1105-1128.
ERIKSON, Erik. Identidade, juventude e crise. Rio de Janeiro: Zahar. 1976.
FRANÇA, Daniel de Souza; VOIGT, Jane Mery Richter. Ensino Médio Integral em Tempo Integral: competência socioemocional para uma educação integral? Reflexão e Ação, v. 30, n. 2, mai-ago/2022, p. 6-20.
HORKHEIMER, Max. Ideas sobre la educación política. In: _____. Sociedad en transición. Barcelona: Planeta-Agostin. 1972, p. 79-87.
HORKHEIMER, Max; ADORNO, Theodor W. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
LEÃO, Geraldo; DAYRELL, Juarez; REIS, Juliana Batista dos. Juventude, projetos de vida e ensino médio. Educação e Sociedade. Dez., v. 32, n. 117, 2011, p. 1067-1084.
MARCONDES, Ofélia Maria. Ensino Médio Integrado: a experiência do Campus Registro do Instituto Federal de São Paulo. EccoS – Revista Científica, n. 67, out-dez/2023, p. 1-18.
MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial. Rio de Janeiro: Zahar. 1973.
SNYDERS, Georges. A alegria na escola. São Paulo: Manole, 1988.

