Diálogos en vivo

Prácticas de extensión de vidas en redes sociales

Palabras clave: Extensión universitaria, Tecnologías digitales, Lives, Redes sociales

Resumen

La extensión, junto con la docencia y la investigación, constituye uno de los pilares de la Universidad, configurándose como un espacio de promoción de acciones orientadas, sobre todo, al servicio comunitario. En este sentido, dados los beneficios que se derivan de su implementación, incluso en situaciones adversas, como las derivadas del contexto de una pandemia, con la suspensión de las actividades presenciales en las instituciones educativas, las prácticas de extensión deben mantener su funcionamiento. incluso si está bajo limitaciones. Partiendo de esta premisa, este artículo tiene como objetivo presentar el desarrollo de prácticas de extensión con el apoyo de tecnologías digitales, a través de la promoción de "vidas" en las redes sociales. Se trata del intercambio de datos resultantes de la conducción de dos proyectos de extensión, coordinados por los autores, profesores de un Curso de Literatura en una universidad pública, cuyas dinámicas fueron adaptadas de acuerdo con los lineamientos rectores de la educación a distancia. Dirigidos a la formación continua del profesorado en el área de idiomas, estos proyectos buscaron, en las redes sociales, alternativas para la producción y difusión de contenidos, posibilitando el mantenimiento de sus propuestas formativas. Movilizando supuestos teórico-metodológicos que abordan la extensión universitaria y las intersecciones entre docencia y tecnología, los análisis se basan en la exploración de los procedimientos adoptados en la realización de prácticas de extensión en entornos digitales, considerando las percepciones de los autores sobre la evaluación de eventos promocionados. Los resultados señalan, sobre todo, el fructífero desplazamiento de los recursos del “live streaming” del ámbito del entretenimiento al ámbito educativo, universitario y extensionista.

Biografía del autor/a

Antonio Lemes Guerra Junior, Universidade Estadual do Paraná

Professor colaborador do Curso de Letras Português da Universidade Estadual do Paraná, Campus Apucarana, em que coordena o Projeto de Extensão “Práticas de linguagem via metodologias ativas: perspectivas contemporâneas para o ensino de Língua Portuguesa”. É Licenciado em Letras  - Português e Inglês (UEL, 2008), Mestre em Estudos da Linguagem (UEL, 2011), Doutor em Estudos da Linguagem (UEL, 2015) e Especialista em Inovação e Tecnologias na Educação (UTFPR, 2019).

Joelma Castelo Bernardo da Silva, Universidade Estadual do Paraná

Professora colaboradora do Curso de Letras Português da Universidade Estadual do Paraná, Campus Apucarana, onde coordena o Projeto de Extensão “Variação linguística: práticas didáticas” (ProExVar). É Bacharel e Licenciada em Letras-Português (UFRJ, 2010), Mestre em Língua Portuguesa (UFRJ, 2011) e Doutora em Linguística Portuguesa (Universidade de Lisboa, 2016).

Citas

AGRELA, L.; CURY, M. E.; VITORIO, T. Na quarentena, o mundo virou uma live. Revista Exame, 23 abr. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/saLL5. Acesso em: 27 jul. 2021.

BACICH, L. Formação continuada de professores para o uso de metodologias ativas. In: BACICH, L.; MORAN, J. (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 129-152.

BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. M. (Orgs.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.

BARBOSA, A. G. Saberes gramaticais na escola. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. F. (Orgs.). Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007. p. 31-54.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: https://link.ufms.br/O1J03. Acesso em: 27 jul. 2021.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: https://link.ufms.br/Kkz7K. Acesso em: 27 jul. 2021.

BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.

CASTELO, J. B. S.; BARBOSA, A. G. Live “O ensino de norma e variação: apontamentos na graduação em Letras”. YouTube, 25 nov. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/kl9r5. Acesso em: 26 set. 2021.

CASTELO, J. B. S.; ROCHA, F. M. V. Live “Contribuições de estudos fonético-fonológicos para o ensino de Língua Portuguesa: variedades brasileira e africana”. YouTube, 18 maio 2021. Disponível em: https://link.ufms.br/O0xFG. Acesso em: 26 set. 2021.

CASTELO, J. B. S.; SILVESTRE, A. P. S. Live “Prosódia regional e a interface fonologia-sintaxe: orações desgarradas em dialetos do PB”. YouTube, 05 nov. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/gB0NH. Acesso em: 26 set. 2021.

DECAT, M. B. N. Estruturas desgarradas em Língua Portuguesa. Campinas: Pontes, 2011.

FARIAS, M. P. O professor no ensino remoto e suas novas atribuições. In: PAIVA JÚNIOR, F. P. (Org.). Ensino remoto em debate. Belém: RFB, 2020. p. 105-117.

FACHINETTO, E. O hipertexto e as práticas de leitura. Letra Magna, ano 2, n. 3, jul./dez. 2005.

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

I FORPROEX - ENCONTRO DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Conceito de extensão, institucionalização e financiamento. Brasília: UnB, 1987. Disponível em: https://link.ufms.br/CZqHL. Acesso em: 27 jul. 2021.

GANZELA, M. O leitor como protagonista: reflexões sobre metodologias ativas nas aulas de literatura. In: BACICH, L.; MORAN, J. (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 45-58.

GUERRA JUNIOR, A. L.; ANDRADE, L. T. Live “Tecnologias digitais e metodologias ativas no ensino de literatura”. Instagram, 11 nov. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/EaOp7. Acesso em: 26 set. 2021.

GUERRA JUNIOR, A. L.; LOPES, A. A. Live “Tecnologias digitais e metodologias ativas no ensino de produção textual”. Instagram, 09 out. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/tYqhL. Acesso em: 26 set. 2021.

GUERRA JUNIOR, A. L.; NANTES, E. A. S. Live “Ferramentas digitais no ensino contemporâneo de linguagens”. Instagram, 08 set. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/05ZyO. Acesso em: 26 set. 2021.

GUERRA JUNIOR, A. L.; OLIVEIRA, E. V. M. Live “Tecnologias digitais e metodologias ativas no ensino da oralidade”. Instagram, 22 set. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/DkpoN. Acesso em: 26 set. 2021.

GUERRA JUNIOR, A. L.; PINHO, E. C. S. Live “Tecnologias digitais e metodologias ativas no ensino de leitura”. Instagram, 21 out. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/Jbh7E. Acesso em: 26 set. 2021.

GUERRA JUNIOR, A. L.; SIMM, J. F. S. Live “Apoio pedagógico na adoção de novas metodologias”. Instagram, 27 nov. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/MlgbD. Acesso em: 26 set. 2021.

HODGES, C. et al. The difference between emergency remote teaching and online learning. Educause Review, 27 mar. 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/wSVFQ. Acesso em: 27 jul. 2021.

HOUAISS, A. Dicionário da Língua Portuguesa. Versão eletrônica. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

INSTAGRAM. About Instagram. Disponível em: https://link.ufms.br/roQtG. Acesso em: 27 jul. 2021.

KENSKI, V. M.. Entrevista a Mônica Ferreira Mayrink e Lívia Márcia Tiba Rádis Baptista. Caracol, v. 13, p. 224-233, 2017.

LEMOS, E. C. M.; RABELO FILHO, G. L. Ferramentas para o ensino remoto. In: PAIVA JÚNIOR, F. P. (Org.). Ensino remoto em debate. Belém: RFB, 2020. p. 131-147.

MORAN, J. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, L.; MORAN, J. (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 1-25.

PAIVA, V. L. M. O. Manual de pesquisa em estudos linguísticos. São Paulo: Parábola, 2019.

RAPOSO, J. F.; TERRA, C. F. Como o conteúdo ao vivo se tornou estratégia de sobrevivência, relacionamento e influência na pandemia. Meio & Mensagem, 15 maio 2020. Disponível em: https://link.ufms.br/ngeM1. Acesso em: 27 jul. 2021.

RECUERO, R. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.

RIBEIRO, A. E. Escrever, hoje: palavra, imagem e tecnologias digitais na educação. São Paulo: Parábola, 2018.

ROCHA, F. O sistema vocálico do português de São Tomé e o comportamento das vogais médias pretônicas. 2018.

Tese (Doutorado em Letras Vernáculas) - Faculdade de Letras da UFRJ, Rio de Janeiro, 2018.

ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In: ROJO, R.; MOURA, E. (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola, 2012. p. 11-31.

SILVESTRE, A. P. S. “Se eu pudesse e se o meu dinheiro desse...”: desgarramento e prosódia no Português Brasileiro e no Português Europeu. 2017. Tese (Doutorado em Língua Portuguesa) - Faculdade de Letras da UFRJ, Rio de Janeiro, 2017.

SPYER, J. Conectado: o que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

STAKE, R. E. Qualitative case studies. In: DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. S. (Eds.). The SAGE handbook of qualitative research. 3. ed. Thousand Oaks, CA: Sage, 2005. p. 443-466.

YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Trad. Daniel Grassi. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

YOUTUBE. YouTube About. Disponível em: https://link.ufms.br/KoTH1. Acesso em: 27 jul. 2021.

Publicado
2021-12-28
Cómo citar
GUERRA JUNIOR, A. L.; SILVA, J. C. B. DA. Diálogos en vivo. Revista Edutec - Educación, Tecnologías Digitales y Formación Docente, v. 1, n. 1, p. 32, 28 dic. 2021.